Alias – #10 Raízes Machistas

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Bem vindos a mais um episódio do Alias!
E dessa vez, nossa conversa está recheada de amor está no ar. A equipe do Alias com Fabiana Murray, Rafaela Ravaiane e Karoline Oliveira, se juntaram para falar de um mal que assola nossa sociedade desde os primórdios: o machismo.
Com um relance entre o passado e a atualidade, nossas Aliadas deram inúmeros exemplos do que as mulheres sofrem e já sofreram, além de enfatizar que os homens também sofrem com isso.
Vem ouvir!

Tempo do Episódio: 00:51:35

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Arquivo MP3 (clique com o botão direito e depois salvar link como, renomeie. E bom episódio!)


Participantes: Equipe Alias sem a nossa querida Gabi.

Edição de Imagem e Áudio: Danilo Pastor

 

Fabiana Murray

Uma obra faraônica em construção. Feminista, Host do Alias e do Pílulas de Beleza, Aspirante a escritora, Cinéfila, Seriaholic, Humanas com Miçanga, Netflix sempre aberto nas séries, fã das mulheres mais empoderadas da telinha e das telonas e claro, sempre no mundo da lua!

  • Gharcia

    Excelente o Alias. Foi o primeiro que ouvi.
    Lamento muito pelo que vcs passam. Ou o q são levadas a suportar.
    Força. Sempre.

    Abraços e Sucesso!

    • Fabiana Murray

      Gharcia obrigada por nos ouvir. Espero que goste de outros mais. Infelizmente é a vida de uma mulher e espero que com este episódio, se mudar a vida de 5 mulheres fico feliz. Beijos e obrigada.

  • Léo Oliveira

    Olaaaaa Aliadas
    Aqui é o Léo Oliveira e acho que não preciso de apresentações pq todos já me conhecem hahahahahaha

    Excelente esse episódio … vcs falaram bastante sobre o que penso, e não tenho muito o que acrescentar, porém eu ouvi algo a um tempo atras que foi muito impactante pra mim e resolvi compartilhar com vcs

    Ao ouvir um episódio do mamilos sobre maternidade eu fiquei extremamente emocionado com algumas coisas citadas a ponto de ninjas cortadores de cebola aparecerem no meu quarto sem eu se quer reparar hahahahah mas nele teve um momento que vcs citaram que acho que deveríamos ficar mais dele

    A Juliana fala que fica emocionada muitas das vezes com as coisas que o marido dela fala pra filha, e que uma vez ele tava brincando de fazer cócegas na filha e ela foi e gritou rindo “para pai” , No ato ele parou e falou .”quando vc dizer não pra alguém é não, nunca deixei ngm desrespeitar o que vc quer, então se vc disser não pra qualquer pessoa, mesmo que brincando, ela deve parar”

    Pensando sobre isso eu vi que realmente muitas das vezes nos em nossa criação ignoramos esse não, e que continuamos a brincadeira, simplesmente fazendo com o que esse não perca a força dele, gerando situações como essa que aconteceu desse Dudu Camargo ae

    não é NÃO

    Nossos filhos precisam ser educados assim

    Chorei um pouco quando ouvi isso no ônibus e caiu lágrimas agora ao digitar rs ahHahah mas é isso

    Parabéns pelo cast e pelo excelente trabalho

    Beijos do gordo

    • Fabiana Murray

      Obrigada marido pelo textão, é assim que gostamos. Gente vc foi abduzido! hahahahahahahahaaha. Mas é bem assim mesmo, não é não e pronto. Não mais ou menos ou com jeitinho ela aceita. E não fala desse embuste que dá azia. Beijos amore!

  • Fala aí meninas! Aqui é o Marcos Moreira do Sabre Na Noz. Adorei o papo de vocês, como sempre, muito esclarecedor. O abuso masculino que mais me chamou atenção neste episódio, foi o steelting ( desculpe, não sei se escrevi corretamente), mas, sobre ele, recomendo um episódio do seriado Law and Order special victims unit, não me lembro o número ao certo, que fala sobre um homem que tinha várias mulheres com as quais ele se relacionava, e, propositalmente, furava as camisinhas, para que elas tivessem filhos. Foi muito assustador ver num caso como esse. E como vocês disseram que isso acontece muito nos Estados Unidos, esse episódio do seriado foi feito para chamar atenção para esse caso. Muito obrigado por, como sempre, abrir um pouco mais do meu horizonte de conhecimento. E aguardo ansioso pelo próximo episódio. Valeu, abraços!

    • Fabiana Murray

      Olá Marcos, obrigada por comentar. E sim, eu me lembro do episódio e teve outro que o cara retirava para passar HIV para as mulheres. Foi um merdeiro geral quando mapearam quantos ele tinha contaminado. Horrível! E que bom que você gostou do episódio e nos acompanhe porque terá mais coisas. Beijos!

  • Darley Santos

    Um bate-papo de mulheres sobre o machismo é sempre bem-vindo, e esse não é diferente (apesar da manifestação de ideias pré-concebidas sobre uma suposta culpa do Cristianismo, da Bíblia e da Igreja Católica na formação da mentalidade machista, ignorando os ganhos civilizatórios – como a própria dignidade da mulher – e o contexto social de cada época). Sobre objetificação sexual, é estarrecedor mesmo: é sabido que nos grotões nordestinos e localidades interioranas e de mais difícil acesso do Amazonas meninas são vendidas por seus próprios pais para a prostituição ou favores sexuais, o que em alguns casos resulta em histórias dignas de filmes de terror…
    Vocês disseram tudo sobre a questão de vestuário: bom-senso sempre! Pois já vi muitas feministas afirmarem que se a mulher quiser ir de mini-saia para a escola, ela deveria ter esse direito, mesmo que isso contrarie as regras da instituição; mas é óbvio que pra cada situação é um look, neh gente?! Se quiser ir pelada pra balada quem sou eu pra querer controlar o que a pessoa veste ou não?
    Sobre a questão da ocupação profissional, tenho que concordar e discordar: sinceramente acho que deve existir a liberdade de se seguir a carreira que quiser, tanto para homens quanto para mulheres, mas acredito na regra, bem como sua exceção! Explico: as tradições existem não por acaso, mas sim reflexos de tendências naturais; o erro das pessoas é transformar isso em uma prisão e querer impor tarefas sociais às pessoas, seja de qual gênero for. Vejam bem: não é por mera imposição social que mulheres não escolhem ser mecânicas ou pedreiras, há desde o “tempo das cavernas” a tendência natural do homem ao serviço bruto e pesado, há fundamento biológico para isso sim, por mais que não seja de bom tom falar isso atualmente na era da correção política; agora, deve-se proibir as mulheres de seguir essas profissões caso queiram? Claro que não, pois por mais que uma profissão seja tradicionalmente seguida por homens, uma mulher pode se mostrar até mais superior em rendimento do que grande parte deles, pra toda regra deve haver a exceção! Mas este princípio é ignorado, as pessoas em geral não conseguem lidar com as variações existentes nos perfis de gênero e então preferem planificar as coisas e determinar tarefas sociais… E de fato proíbem mulheres de seguir esta ou aquela carreira, claro que não de forma explícita, mas através da pressão social, uma arma dissuasora silenciosa e eficiente… E é por isso que tem que ter podcast de menina mesmo, pronto, falei!

    • Fabiana Murray

      E falou um textão que vai fazer EVEJA a cidade de Itu! hahahahahah Obrigada pelo big comentário e concordo exatamente com tudo. Senti falta de você por aqui e falta o Jorge. Beijos!

  • Pétrus Davi

    Olá meninas, tudo bem? Caramba, faz um tempo que não apareço aqui ou esse é meu primeiro comentário? Agora fiquei confuso…

    Sobre o episódio, pessoalmente acho que o machismo foi uma cadeia de eventos que levou ao estado que estamos hoje, e a maioria desses eventos foram desencadeados por homens que queriam mostrar superioridade, seja para outros homens ou para encantar a mulher amada, mesmo que esta mulher já estivesse comprometida.

    Recentemente passei a ouvir mais podcasts sobre o assunto do feminismo e é uma coisa que me fez pensar e perceber o quanto ainda estou em um ambiente esmagadoramente machista. Seja aqui em casa, na aula da faculdade, no meu emprego…E eu me sinto um pouco sem poder e até mesmo sem conseguir ajudar porque não sei exatamente como chamar a atenção de um cara que comete um ato machista, geralmente me mantenho calado e apenas faço uma cara de reprovação, para que o indivíduo perceba que nem todos aprovam sua atitude.

    Eu fui ensinado a não ser machista, mas ainda assim tem algumas atitudes machistas que cometo que estou me esforçando para corrigir, porque ouvindo o que vocês tem a dizer sobre isso, me fizeram pensar que tomei uma atitude babaca e que a maioria dos homens fazem sem pensar duas vezes, tipo assobiar para uma mulher na rua, buzinar pra ela ou para elas quando estão acompanhadas das amigas, e assim por diante.

    Adorei o episódio, gostariam que fizessem uma segunda edição, trazendo convidadas para contar os casos de machismo que sofreram, para que nós homens possamos entender como melhorar para não cometer esse erro de novo. Beijos e abraços meninas! 🙂

    • Fabiana Murray

      Textão hein? Amei! Obrigada por comentar e desculpa a demora! Olha Petrus o importante é reconhecer e mudar. Não é para ter vergonha disso, já que o ser humano que não muda, não conquista nada. Nem sabedoria!Obrigada pelo comentário, e pedido anotado!

  • Jorge Augusto

    Olá meninas!

    Nossa sociedade surgiu de um patriarcado de tempos imemoriais (ao menos pra mim) e é simplesmente nojento, porque as mulheres são iguais aos homens em todos os casos: bondosos, maléficos, egoístas, desprendidos…

    E ainda hoje temos resquícios de toda essa sujeira. Por mais que eu tenha sido criado por uma pessoa que pensa que mulher é só pra fins sexuais (meu pai), eu passei a viver em meio a três mulheres (mãe, irmã e avó materna), entendendo um pouquinho (um pouquinho mesmo) do universo feminino, o bastante pra fazer com que eu deixe quase que totalmente de ser misógino (porque sempre sobra alguma coisa idiota, não sou perfeito).

    Episódio forte, bom e interessantíssimo. Grande abraço a vocês e até o próximo comentário.

    • Fabiana Murray

      Obrigada pelo comentário! Olha nada a acrescentar, eu concordo com tudo viu? Gente que pai é esse meu Deus? Nem papai que era de 19 guaraná de rolha pensava assim? E que bom que um dia exista mais homens com seu pensamento, o mundo seria melhor. Beijos!