Aliens, Órbita Morta #1 – resenha

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Salve, salve, seres humanos e xenomorfos.
Mais uma semana e mais uma resenha de uma hq diferentona. Hoje eu vou falar de uma revista no universo da franquia Alien, a Aliens, Órbita Morta, uma hq sobre a qual eu não tinha ouvido falar até uns bons 10 minutos atrás.

Aliens, Órbita Morta #1 – resenha

Aliens, Órbita Morta capa
A história começa mostrando uma estação espacial da Weyland-Yutani, chamada de Esfactéria 284255, que parece estar bem fodida. Dentro da estação temos um cara sozinho, que parece bem apático. Ele recebe uma mensagem de atenção do computador da nave. Algo requer atenção imediata. O cara, que até agora não sabemos quem é, veste um traje espacial e vai para o exterior da estação com algo que parece um estojo de reparos ou algo assim.

Do lado de fora da estação eles olha para uma nave ali próxima e começa um flashback.

No flashback temos a mesma estação, agora cheia de pessoas, tentando se comunicar com a nave desconhecida que se encontra nas proximidades. Eles percebem assinaturas de calor na nave, mas não recebem respostas e começam a conjecturar o que pode ter acontecido.

Acontecem alguns diálogos para introduzir os personagens, mas logos eles montam uma equipe para entrar na nave. Chegando lá eles encontram a nave bem avariada.

A equipe encontra três cápsulas de criogenia com pessoas dentro. Eles tentam acordar as pessoas fazendo uma gambiarra, mas o sistema da pau e as cápsulas começam a ser inundadas com água quente. Os corpos lá dentro começam a queimar e eles precisam quebrar os vidros para libertar as pessoas. O flashback acaba com o protagonista lembrando da cara de horror de uma dessas pessoas.

No presente, temos o protagonista andando sozinho pela nave. Ele vê um Alien, mas depois percebe que está enganado. Ele se questiona se está ficando louco. Um cano se solta de uma parede e começa a soltar ar quente. Ele foge, sobe em umas caixas, cai e bate a cabeça. Quando tenta ver onde o estojo está ele se depara com um Alien.


Fim da Edição.

O que eu achei. Para começar eu gostei muito da arte. Esse futurismo sujo me lembra Akira, e isso é bom. O roteiro consegue te passar tensão com o silêncio e faz um contraponto desse silêncio com a verborragia da equipe no passado. Algumas decisões de roteiro me são estranhas. Ele tenta levantar uma personalidade para os personagens que claramente vão morrer durante a história e eu me pergunto… pra quê?

Enfim. É uma boa história. Me deixou curioso. Recomendo.

Aliens, Órbita Morta é uma história da Dark Horse e provavelmente nunca venha para o Brasil. Vamos ver.

Roteiro, Arte e Cores: James Strokoe

Então é isso. Eu gostei.
E você? Deixa aí seu comentário.
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Um abraço.
E tchal.

vulto

"Depois de mim sou eu."