Assassin’s Creed – Resenha

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Um jogo bem controverso. Assassin’s Creed divide opiniões por onde passa. Alguns amam. Outros odeiam. Mas o jogo que deu início à franquia é, indiscutivelmente, um marco na história dos games e da própria Ubisoft.

No jogo você começa com Desmond, descendente de uma longa linha de Assassinos, ele é capturado pela organização Abstergo e forçado a achar a localização dos pedaços do Eden, nesse caso, uma maçã. Ele é então conectado a uma maquina de realidade virtual chamada Animus e revive as memórias de seu ancestral.

No Animus você controla Altaïr Ibn-La’Ahad, membro da Ordem dos Assassinos, impulsivo e inconsequente. Depois de uma missão dar errado, ele é rebaixado a aprendiz e tem que começar tudo de novo a fim de provar seu valor e reconquistar seu lugar na Ordem.

O personagem é extremamente carismático. Seu jeito impetuoso conquista o jogador que em pouco tempo já se sente melhor amigo dele e cria um grande laço de empatia.

Estilo sandbox e focado em stealth, a história se passa no começo do século XII, época das cruzadas, e a trama gira em torno da lendária rixa entre Assassinos e Templários. O pano de fundo histórico das Cruzadas enriquece o jogo e ensina muitas coisas, já que é baseado em fatos históricos reais. O personagem passa por locais como Jerusalém, Acre e Damascus, coletando bandeiras e escalando torres.

A cada missão, o jogador tem que completar uma serie de objetivos que vai desde roubar um documento de um transeunte a descer a porrada em alguém, para que o seu objetivo principal seja desbloqueado.

O jogo tem vários bugs, a maioria de gameplay, que dá vontade de jogar o controle na parede. Além de ser bem repetitivo. E foi bem ali que a Ubi aprendeu a colocar coletagem de centenas de objetos em seus jogos e destravar torres para abrir mapa.

Mas ainda assim, o carisma de Altaïr consegue fazer o jogador relevar os erros e se aventurar em sua história de redenção. No decorrer da história, o jogador se envolve com a personalidade forte do personagem, o roteiro bem feito e antagonistas bem construídos.

Uma excelente pedida para quem curte o gênero ou está em busca de um bom jogo de aventura.

O jogo está disponível para PS3, PS4 (via Playstation Now), Xbox360, XboxOne (via retrocompatibilidade) e PC.

  • Darley Santos

    Gosto demais de Assassin’s Creed! Ler essa resenha me fez lembrar que tenho que alimentar minha database lá na Alvanista, pois fechei o AC 1 e a trilogia Ezio, mas falta platinar o Brotherhood ainda…

    Ah! Espero muito, muito mesmo que você publique uma resenha de Life Is Strange, gostaria de saber sua opinião!

    • Ticiana Valle

      Opa Darley, que bom que gostou! Eu adoro essa franquia! E apear de ter começado pelo ultimo, acho o primeiro jogo muuuito bom!

      Pode deixar que a próxima vai ser LiS! 😀

      Eu preciso jogar o Brotherhood e Revelations… :/

      • Víctor Lemeš

        Precisa. Mesmo.

  • Víctor Lemeš

    A trama transcende apenas o lance dos templários e assassinos, ele conecta o passado e o presente também, com altas conspirações que se assemelham (mas não alcançam) aquelas apresentadas na franquia Deus Ex.