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Bayonetta – Resenha

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Let’s dance boys!

Vou confessar que pela péssima experiência com o Metal Gear Rising Revengeance, achava que o gênero hack’n’slash não era pra mim. Até conhecer uma bruxa irônica e carismática chamada Bayonetta.

O jogo conta a história de uma bruxa que foi acordada depois de 500 anos. Sem memória, seu objetivo é ajudá-la a entender o que aconteceu e qual o papel dela na milenar guerra entre as Umbra Witches e os Lumen Sages.

Com múltiplas referências à obra de Dante, A Divina Comédia, e ao jogo Devil May Cry, o jogo te envolve na história e te diverte com combos e climaxes dignos de uma tragicomédia. A irônia e sarcasmo da personagem dão o toque final e a diversão é garantida.

Em terceira pessoa e no melhor smash button que você pode ter, prepare-se para gastar o controle e os dedos na ação frenética que é proporcionada. Nada melhor do que chegar em casa depois de um dia estressante e descer a porrada em anjos e bosses gigantes.

 

Aliás, precisamos falar do design maravilhoso desse jogo: além da movimentação da personagem, ele completa a aventura com variedades de inimigos e cenários, algumas armas e níveis ocultos que testam suas habilidades aprendidas.

No Wii U, você tem a oportunidade de vesti-la com roupas que remetem a jogos famosos da Nintendo, como Link do The Legend of Zelda, Princess Peach do Super Mario Bros, Samus do Metroid e Daisy do Super Mario Land.

O jogo está disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Wii U, Microsoft Windows, Nintendo Switch (a ser lançado).

 

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