BGS 2017

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Esse feriado de 12/10/2017 aconteceu a décima edição da Brasil Game Show em São Paulo. A maior feira de games da América Latina começou dia 11/10 e foi até domingo, 15/10. Estive por lá durante 3 dias e contarei aqui minha experiência no evento.

 

Em geral, senti falta de mais empresas, além do Xbox e Playstation, apenas a Ubisoft e a CD Projekt Red com o Gwent investiram em stands grandes e bonitos. O jogo Black Desert me surpreendeu pelo investimento pesado que fizeram em um stand enorme com muitas estações para jogar. Também vi muitos jogos antigos e também jogos já lançados. Poucas novidades e algumas negligências causaram filas imensas e curto tempo para teste.

Stand do jogo Black Desert na BGS 2017

Começando pelo stand do Xbox que era enorme como se espera da gigante dos games. Focaram em Forza 7 e Sea of Thieves. Esse último tive a oportunidade de testar e, apesar de não ser o estilo de jogo que curto, me diverti muito e aposto em sucesso entre os fãs de multiplayer cooperativo.

Em Sea of Thieves, os gráficos estão muito bonitos e a jogabilidade bem fluida. Depois de delegar as atividades a cada membro da equipe, fica fácil navegar pelos mares e explorar as ilhas. O jogo tem lançamento previsto para 2018, a versão de teste já está bem polida e deu para divertir as filas enormes que se formavam no stand.

 

Outro jogo que consegui testar no stand do Xbox foi o idolatrado Cuphead. Depois de vender 1 milhão de cópias, o mínimo que se espera é um espaço à altura de seu sucesso. Mas não foi isso que aconteceu. Espremido entre Fifa 18 e Battlefield 1, Cuphead apenas tinha 4 estações disponíveis e com dois jogadores em coop. O tempo de teste não chegou a 5 minutos e, depois de pegar 2 horas na fila, confesso que fiquei muito decepcionada com o tratamento dado ao jogo.

Mas vamos ao que interessa, o jogo é muito bonito, as animações são fantásticas e muito divertido para jogar em coop local.

O último jogo que consegui testar (sim, só consegui testar 3 jogos e já falo o porquê) foi o Assassin’s Creed Origins.

A Ubisoft montou seu stand dedicado ao novo game da franquia com uma parede de rapel intitulada “Desafio do Faraó” e, mais uma vez, apenas 4 estações para teste. Fiquei, novamente, 2 horas na fila e não consegui nem sentir o gostinho de escalar uma parede pois tinha apenas 5 minutos para testar.

O pouco que vi, não decepciona os fãs da franquia. O mapa está gigantesco, arrisco dizer que maior que o do Witcher 3. Os gráficos bonitos, as animações e npcs também. Jogarei com certeza.

No stand da Sony não consegui testar nenhum jogo pois todos que queria, Detroit Become Human e os de VR, tinham que ser agendados pelo app e toda vez que entrava para tentar marcar o horário, estavam todos lotados. Esse sistema para mim não funcionou e acho que seria mais justo dividir as estações em hora marcada e com fila para quem quisesse esperar.

O stand era grande e bem espaçoso, com muitas estações disponíveis para teste e mais jogos VR também. Uma pena que não consegui testar nenhum e saí extremamente frustrada de lá.

 

Fazendo um balanço final, achei mais fraca que a de 2015. Pouquíssimas novidades e mais do mesmo entre as empresas que não arriscaram muito e escolheram o caminho mais seguro em suas apresentações. A área indie tinha bastante jogos e bem diversificado, mas depois de ficar horas nas filas para testar apenas 3 jogos, já estava cansada demais para testar qualquer outra coisa.

Em relação à alimentação, o valor não varia muito e dá para comer bem entre 35 e 40 reais (com bebida e acompanhamento). O estacionamento continua absurdos 45 reais e se chegar cedo dá para colocar nas ruas adjacentes, com os flanelinhas estavam cobrando 20 reais por carro.

E no espírito da BGS, sortearemos um brinde comemorativo de Sea of Thieves. Para concorrer, basta tuitar essa matéria com a hashtag #PortalCnegNaBGS2017. O sorteio será dia 31/10.