Conversa Nerd e Geek – 32 – Jogos da nossa vida

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Na conversa dessa semana, Douglas Luis, Vulto, Team Blue, Karen Soarele, Marco Febrini e Luiz Henrique falaram sobre os jogos da vida deles. Sabe aquele jogo que, independente do gráfico, plataforma, jogabilidade ou qualquer outro elemento técnico, te acompanhou? Que foi plano de fundo pra uma certa época da sua infância (adolescência ou até maturidade)? Pois então, esses são os jogos da sua vida. Venha com eles viajar pelo universo desses jogos que os representam, traga à lembrança os seus próprios jogos épicos (coloque aí nos comentários pra gente saber também), e não se esqueça: The Cake is a Lie.

Tempo do Episódio: 01:22:09

Tema: Jogos

Links Comentados no Episódio:

Padrim Divulgação

 

 

Lista de Jogos:
– Brigandine The Legend of Forsena
– Tactics Ogre
– Pacman
– Twisted Metal II
– Sonic 2
– The Last of Us
– The Legend of Zelda Ocarina of Time
– Super Mario World
– Ragnarok Online
– Final Fantasy 7
– Winning Eleven 2002
– Máfia II

 

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Arquivo MP3 (clique com o botão direito e depois salvar link como, renomeie. E bom episódio!)


Participantes: Douglas Luis de Quadros, Karen Soarele, Luiz Henrique e Vulto em 15/09/2016

Convidados: Team Blue e Marco Febrine

Edição: Senhor_A_

Douglas Luis

Fundador do Hordas Trôpegas e do Portal Cultura Nerd e Geek, RPGista, escritor, programador e muitas outras coisas que podem ser abreviadas com NERD!

  • Vanei Anderson Heidemann

    Não gosto de Zelda. Nunca joguei nenhum (no máximo tentei começar um, achei chato demais, desisti).

  • Vanei Anderson Heidemann

    O episódio está divertido, mas as risadas da Karen são impagáveis!

    • Elas são pagáveis, sim! Te passo minha conta bancária. 😀

  • Posso citar 3 jogos felomenais:
    Rygar the Legendary Warrior
    Tekken 3
    God Of War

    • Me lembrou de “Rygar e os Soldados do Rei”, jogaço de RPG Maker! kkk

  • Minha frase de abertura é sobre um jogo que eu deixei de falar. ha

  • Darley Santos

    Esse cast possui como única finalidade ser amado! Pô, já começaram com The Legend of Zelda… aí é covardia! Todos esses jogos marcaram nossa vida, Sonic 2, Pac-Man, Super Mario World… Sobre este jogo citado pela Karen, tive uma experiência parecida com The Legend of Zelda – A Link to the Past, tanto o dono quanto eu só fomos zerar ele tempos depois com uso de detonado, eu jogava o dia todo e chegava no máximo no segundo calabouço do outro mundo, isso já ás 19 horas, tendo começado ás 08 da manhã. Destaque para os jogos que o Vulto citou, jogos bem diferentes.
    Não sei se foi o Febrini ou o Luis (que não está citado na descrição), que falou que ‘a circunstância é que marca o jogo”. Mas na verdade temos um padrão aqui, coisa perfeitamente verificável ao se conversar com gamers: percebam que a maior parte dos jogos citados são antigos e foram jogados no tempo da infância! Então isso se deve a algo mais geral, isto é, toda e qualquer experiência vivida nos primeiros anos da vida é lembrada de forma mais marcante, e por essa lógica inescapável, à medida que envelhecemos essas lembranças vão ficando mais escassas… Isso tem a ver também com a percepção de que os anos passam cada vez mais rápido à medida em que envelhecemos… Enfim, o fato é que as memórias inéditas e afetivas estão concentradas em sua maior parte nos primeiros anos da vida, por isso temos as ditas lembranças “marcantes” ligadas a esse período da vida. Não à toa, alguém falou que lembra muito mais dos jogos da Nintendo; ora, sabemos que a Nintendo tem como caráter típico de seus jogos a temática infantil – o enredo, o gráfico/estética, a jogabilidade/mecânica, tudo tem um aspecto infantil em grande parte dos jogos da Big N. Isso só reforça a tese.
    Mas tudo isso que afirmei seria só uma visão mais desencantada, não fosse a especificidade dos games: por mais verdade que seja que qualquer experiência tida nos primeiros anos de vida possuem mais probabilidade de se tornarem marcantes, os games marcam seus adeptos muito mais pelo conjunto de toda a experiência proporcionada, marcadamente caracterizada pelos desafios, que por sua vez estimulam fortemente o cérebro ou a mente, e consequentemente ficam impressos com maior vigor na memória. Além do fator desafio, ainda temos o fator afetividade ^^, e o fator tempo dispensado (tempo de exposição aos estímulos do videogame).

    • Em outras palavras, a gente vai ficando velho, chato e exigente, e nada mais nos surpreende, hahahahaha.

      • Darley Santos

        Perfectly ^^

    • Luiz o Henrique

      Já te falei q vc é o melhor comentador da internet?

      • Darley Santos

        Ô loco!

  • Luan Souza

    Muito bom. o game da minha vida é o primeiro Sonic

  • Minha participação foi tão nula que eles nem me marcaram na postagem…
    Sacanagi

    • Já editei e coloquei seu nome no post