Conversa Nerd e Geek – 43 – Quadrinhos da nossa vida

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Na conversa dessa semana, Douglas Quadros, Luis Henrique, Luiz Gustavo e Tio Helbert se encontraram para falar dos quadrinhos mais importantes de suas vidas!Venha conosco viver essas histórias ilustradas épicas que nos acompanharam por muito tempo. Aprenda como se tornar o maior mago da Era moderna, ou como sobreviver em um mundo sendo o ultimo homem vivo. Aprenda também a como NÃO conjurar o demônio Sagatana e ainda – como se tornar o Batman em um ano!! Tudo isso e mais algumas receitas de bolo, nesse episódio que está maravilhoso e REPLETO de referências.

Tempo do Episódio: 1:14:47

Tema: Quadrinhos

Padrinhos:
– Willian Lopes
– Agatha Gonçalves
– Ruti Goulart
– Olavo Montenegro

Padrim Divulgação

Links Comentados no Episódio:

Compre os quadrinhos comentados:
– Os Livros da Magia
– Hellblazer – Passagens Sombrias
– Hellblazer – Hábitos Perigosos
– Y: The Last Man
– Batman Ano Um
– V.1 Sandman – Edição Definitiva
– A Guerra dos Anéis
– O Edifício
– Nova York
– Gen Pés Descalços vol. 1
– Transmetropolitan vol. 1
– Superman – Entre a Foice e o Martelo
– One Punch Man

 

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Arquivo MP3 (clique com o botão direito e depois salvar link como, renomeie. E bom episódio!)


Participantes: Douglas Luis de Quadros, Tio Helbert, Luiz Gustavo e Luiz Henrique em 01/12/2016

Edição: Senhor_A_

Douglas Luis

Fundador do Hordas Trôpegas e do Portal Cultura Nerd e Geek, RPGista, escritor, programador e muitas outras coisas que podem ser abreviadas com NERD!

  • Darley Santos

    Os primeiros quadrinhos que tive foram dois: um do Conan O Bárbaro, e o outro do Batman lidando com o Espantalho, este ainda emergente na vida do crime, assombrado pela própria loucura (nunca consegui nem achar a capa dessa bendita revistinha…); aliás, depois do Coringa, o Espantalho é o vilão mais phoda! O curioso é que minha mãe resolveu comprar essas revistas logo após sairmos do consultório oftalmológico, ou seja, eu estava totalmente “cego” do efeito do colírio (com o qual nunca consegui me acostumar nem na vida adulta). Mesmo com a vista “debilitada” eu ia folheando as revistas, e quando finalmente li todas simplesmente amei, foi fascinação imediata por esse formato de história.

    • Inferos

      Conan é muito bom!

  • Edu Filhote Henrique

    Salve galera Nerd e Geek!
    Excelentíssimo tema, que eu não poderia deixar de ouvir, e muito menos de comentar!
    E, tipo assim, lá no machinecast rola um desafio com nossos ouvintes: quem manda a maior muralha de textos nos email e comentários! E honrando nossos ouvintes, mandarei aqui a minha Muralha! Bora lá!

    1 – Muito interessante as primeiras indicações serem todas do selo Vertigo, praticamente! Isso é uma mostra que os quadrinhos trazem histórias muito boas que vão muito além dos tradicionais contos de heróis, e agradam a um público muito maior que crianças e adolescentes! Foram excelentes as indicações de HellblazerConstantine, são de fato histórias geniais! Os Livros da Magia é outra história praticamente obrigatória para os fãs do selo Vertigo! E tem alguns adendos que gostaria de pontuar sobre o discursado nessa parte: vocês disseram que Os Livros da Magia foi a história que organizou a magia do selo Vertigo, como se Vertigo e DC fossem completamente separados, e não é bem assim: muitos personagens do selo Vertigo são altamente influentes no selo DC, e as histórias se passam no “mesmo universo”. Logo, Os Livros da Magia foi a história que serviu de base e fundamentação para a magia em todo o Universo DC, e não apenas no selo Vertigo! Os acontecimentos ali mostrados influenciaram em títulos e personagens como Capitão Marvel (Shazam), Desafiador, Espectro, Zatana e muitos outros, dentro do selo Vertigo e também fora dele, no universo tradicional da DC! Sua influência foi tão grande que a história entrou para o Cânone da editora, e suas influencias e paradigmas, perduraram até o fim da década de 2000 com o lançamento da saga Pacto das Sombras e uma nosa estruturação do universo místico da DC. Sobre Constantine, vocês citaram o filme com o Keanu Reeves que é até bem legal, mas vale mencionar também a série Constantine, da ABC, que teve apenas uma temporada, mas que foi bem fiel dentro do possível (porque eles tiveram que limar muita coisa sobre demonologia, o vício de cigarros e muito mais por conta da censura americana), e está pra sair uma animação chamada Justice League Dark, que vai adaptar ao universo animado a série JL Dark da fase Novos 52 da DC, que são liderados pelo Constantine! Notei quando falaram de Sandman que esqueceram o nome da “classe” dos personagens (ou foi viagem minha…); eles são chamados de Perpétuos, as representações dos sentimentos mais básicos dos seres vivos e dos humanos, alguns ali mais antigos que a própria criação! Só teve uma coisa que eu discordo: vocês disseram que o selo Vertigo era a casa da “ralé” da DC, mas na verdade, no meu ponto de vista, é onde estava o “Ouro da Casa!”. Vale notar que foi no selo Vertigo que grandes nomes dos quadrinhos, como Alan Moore, Jeff Lemire, Neil Gaiman, Frank Miller, David Loyd, Dave Gibbons e muitos outros publicaram suas principais obras!

    2 – Na parte sobre os quadrinhos de heróis, citaram ali algumas histórias que eu sou muito fã! Batman Ano Um é um marco dos quadrinhos, e a melhor versão de origem do Morcego! Pra mim, foi superada apenas pela trama de Batman Terra Um, que é maravilinda! Lanterna Verde – Guerra dos Aneis (originalmente Sinestro Corps War) foi a saga que me fez voltar a ler Lanterna Verde! A saga foi genial, épica, emblemática, com muitas reviravoltas e muito importante! Vocês disseram que John Stewart (o Lanterna Negro) teve pouca influência, mas na verdade, sua participação foi extremamente estratégica! Sua participação no desenho da LJA não foi apenas para “cumprir cota”, mas sim para ocupar um espaço de destaque conforme sua personalidade! Ao lado do trio Batman/Superman/Mulher-Maravilha, o John era o “pés no chão”, a pessoa com o senso de “humanidade” e de “responsabilidade e dever” que os “grandões” às vezes careciam. Vale notar que geralmente é o John quem serve como bússola moral para toda a equipe.

    3 – gostaria de deixar minha indicação de quadrinhos! Fugindo um pouco desse eixo Marvel/DC, queria recomendar um quadrinho da Top Cow Comics, publicado no Brasil pela Panini. Trata-se de Midnight Nation – O Povo da Meia-Noite, uma trama de J. Michael Straczinsk, que conta a trajetória de um homem que, de tão desgostoso com sua vida, acaba parando no “mundo do meio”, um plano existente entre o mundo físico e o mundo dos mortos. A única maneira de voltar à vida é seguindo uma anja até o coração dos Estados Unidos, onde ele deve ter uma audiência com o Diabo em pessoa. A trama tem muitos questionamentos filosóficos, diálogos fortes e um ótimo argumento, recomendo demais!

    No mais é só tudo isso, pessoal! Espero não ter me alongado demais, kkkkk
    Um grande abraço à toda a equipe, parabéns pelo bom trabalho, e aguardo o próximo cast!

    • Luiz o Henrique

      Cara, temos um comentário excelente aqui!

      • Edu Filhote Henrique

        hAHAHAHAHAHAHAHAHA!
        Valeu!

  • Pétrus Davi

    Olá pessoal do Conversa nerd e geek, tudo bem?

    Olha eu voltando a área de comentários do cneg depois de tanto tempo fora. Devo dizer que estou orgulhoso do resultado que atingiram com o tempo, produzindo podcasts de conteúdos diferentes praticamente todos os dias, com o lote piloto, o observador quantico, o fermata, e agora o alias. Realmente parabéns a todo o time, estão fazendo um bom trabalho.

    Mas, sobre o episódio, acho que passei a acompanhar quadrinhos mais assiduamente depois de um tempo, já com meus 17, 18 anos. Me lembro das primeiras vezes que lia os quadrinhos do superman e adorava (como ainda adoro) todas as façanhas e sacadas que ele tem em alguns de seus combates. Para quem diz que o superman é só força e não tem cérebro, está muito enganado.

    Agora, mencionando o quadrinho da minha vida (ou quadrinhos) gostaria de dizer que a saga da morte do superman foi a que mais me emocionou. Vendo o apocalipse derrotar a liga da justiça inteira com a mão amarrada nas costas (literalmente) foi algo incrível. E o superman, que também não podia baixar a guarda e a força contra ele, havia encontrado um inimigo a altura, não como darkseid que tinha um cérebro e sabia articular planos.

    Não, apocalipse era um ser insano que tinha como objetivo apenas um, a destruição. O desfecho da luta não vou contar, apesar de alguns já terem uma ideia de como acaba, mas independentemente, eu super recomendo, pois é uma batalha sensacional e uma das mais difíceis do homem de aço.

    Bom galera, é isso, desculpe pela minha grande demora, desculpe mesmo, mas como dizem, uma hora o dever chama. Bom episódio, e abraço a todos 🙂

    • Curto a Morte do Superman, e especialmente suas consequências. Apesar de o retorno do Superman ter tudo de ruim que os anos 90 tinha pra oferecer, ainda curto o Superboy Havaiano, o Super Cyborg e o Aço. Acho que são personagens muito legais

      Lembrando que a Morte do Superman chegou a ser anunciada no Fantástico

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