Colunas

Em busca de mais 2cm de …

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Filament.io 0 Flares ×

Olá Leitor(a) como sabemos o mundo dos telefones celulares tiveram uma mudança enorme após a criação do primeiro Iphone há 10 anos, tudo isto por conta de uma telinha que fazia tudo “sem a necessidade” de botões. Com o passar dos anos outras empresas entraram no jogo e iniciou o que temos hoje, Smartphones de diversas marcas e modelos, alguns com o extinto sistema Windows Phone, ou o fracassado, mas, super a frente do seu tempo, o Firefox OS; temos também o próprio sistema da Apple e o famosinho Android.

No inicio o que se esperava desses dispositivos era velocidade em detrimento da memória interna, já que a maioria tinham a possibilidade de memórias estendidas por micro-cartões, com a difusão da internet e das redes sócias a busca se deu por celulares com câmeras mais robustas, o que até a divulgação dessa coluna ainda é realidade, tivemos porem dois movimentos no meio dessa década uma busca por celulares de telas gigantes, depois os usuários e empresas viram que tinham passado um pouco do ponto e telefones com tela intermediarias foram criadas e é o que temos até aqui.

redux-bending-wave-720x428

O problema é que uma vez “padronizado” um tamanho de smartphone, os engenheiros têm de se desdobrar em dois para criarem celulares com mais recursos, mais velocidade e qualidade de imagem, utilizando a mesma área de criação de um modelo para o outro.

Para muito consumidores de Iphone por exemplo isto se tornou uma dor de cabeça e no bolso ainda maior com as ultimas modificações, que removeram, melhor, substituíram os conectores de fone de ouvido e carregamento. Bom, em troca a Apple entregou um celular mais fino e ainda mais potente que seu antecessor.

Mais não é somente a Apple que está em busca de novos meios de diminuir seus dispositivos, com aplicativos nativos no Android que “aumentam” sua memória de armazenamento, aplicativos como Google Drive, Google Fotos, etc…

Muitas marcas já vêm apostando em celulares sem a possibilidade de extensões de memória por cartões, o que faz com que este espaço possa ser utilizado para outro fim como mais processador, placa de vídeo, ou apenas diminuição de peso dentre outras vantagens.

O momento que estamos, o que se quer são telas com maior campo de ataque, ou seja, quanto do ecrã da tela do celular será possível de ser funcional, como podem ver na foto abaixo o último modelo do Iphone, o Iphone X(10), sim Iphone 10, não é Xis ou éKiss, mais enfim, neste modelo a tela está sendo utilizada até acima do normal sendo bloqueada apenas pelo fone.

apple-iphone-x-12-1500x1000

 

Assim como Trump e Kim Jong-Um este de janeiro, mediram qual era o maior; parece que a Google não quer mesmo ficar para traz no que se refere a celular com tela maior, acabou por comprar em agosto de 2017, e anunciar este mês a compra da Redux, empresa já conhecida no ramo de tecnologias de som e toque em dispositivos móveis e que já possuí 178 patentes registradas.

Com isto as tecnologias e patentes passam para a Google, e como isto pode mudar o jogo?

redux-bending-wave-google2

A Redux na MWC no ano passado apresentou a Bending Wave, uma tecnologia que utiliza um ecrã que também transmiti som, substituindo assim a utilização de um alto-falante. Assim dispersando o som convencional abre espaço para mais 2 cm de tela ou mais, além disto esta tecnologia de utiliza a vibração da tela,  pode também servir de motor háptico para simular, através da vibração, a utilização de botões. A nova tecnologia acaba por abrir um leque de possibilidades que vai além de apena só por ecrã.

Bom! Por hoje é só!

Abraços e até a próxima!

Categorias
ColunasNewsSexta TI

Desenvolvedor e Pesquisador. Ademais só o mesmo.