Ergo #002 Eu Odeio Segundas-Feiras

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Em 1979 o grupo Boomtown Rats gravou a música I Don’t Like Mondays, que se tornaria um sucesso instantâneo. Esta música garantiu que Bob Geldof, o líder da banda, tivesse uma posição de destaque entre os músicos. Conseguiu o papel do personagem Pinky no filme Pink Floyd: The Wall. Uma pessoa cujos traumas de infância o fariam ter crises sérias na vida adulta. Também teve papel importante no grupo Band Aid, que gravou Do They Know This Is Christmas?, uma música nos moldes de We Are The World, cheia de artistas, para gerar fundos para caridade na Etiópia e os festivais Live Aid e Live 8 (que reuniu o Pink Floyd pela última vez).

Neste episódio vamos falar da personagem principal da história que é cantada neste grande sucesso deste one hit wonder.

Tempo do Episódio: 00:29:42

Feeds:

Padrim Divulgação

Links do Episódio
 Site da banda – http://www.boomtownrats.co.uk/
Documentos das tentativas de liberdade condicional – https://schoolshooters.info/brenda-spencer
– Notícia da época pelo The Evening Independent – https://news.google.com/newspapers?id=r8EwAAAAIBAJ&pg=6676,3418018

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Participantes:

Apresentador e roteirista: Leandro Pereira

Edição:Berg’s

Logotipo: Rafael Ramalli

  • Que episódio foda…

    Se não soubesse que episódios como este dão tanto trabalho, pediria para ser semanal.

  • Tiago Ramos Melo

    Que episódio bom e muito tenso pelo contexto, incrívelmente na terra do Tio Trump a liberdade de armas é cultural, todo mundo tem um em casa, fala que é “pra sua própria defesa” e etc….mas na verdade depedendo de cada caso e sociedade isso pode levar a problemas sérios (quer dizer, depois de falar que casos de tiroteios em escolas norte-americanas são mais antigos que outras marcas de sangue pelo mundo) e ainda ficar sem solução ou ter medidas bem rígidas. Sem mais, parabéns pelo cast e será que o Léo vai virar um Michael Moore dos podcast ???? kkkkk

    • Na verdade, pelas pesquisas que fiz, não há indicação de que a arma senso liberada como lá vá fazer com que o país seja violento. Na Islândia, 1 em cada 3 pessoas possui arma e eles têm o menor índice de assassinatos do mundo.
      Eu tentei no episódio amenizar a idéia do absurdo que é dar uma arma pra uma criança no começo pra fazer entender que, para eles, uma arma é como uma ferramenta. Mas você daria uma serra elétrica ou uma furadeira pra uma criança?
      Ela só queria um rádio. A música poderia ter salvado a vida de Burton e Mike. A música evitaria que 8 crianças estivessem traumatizadas e que centenas de outras vidas fossem salvas daqueles que se inspiraram em Brenda. Por último… A música teria salvado Brenda.

      Muito obrigado pela sua audiência e comentário!

  • Darley Santos

    Um episódio melhor que o outro, boa escalada man! Bem sacado o texto do cast, virei fã mesmo! Você faz um boa pesquisa, dá o contexto histórico e talz, e no final cada elemento do assunto fica bem balanceado – a informação sobre a arma, o massacre perpetrado por Brenda Spencer, a música “I Don’t Like Mondays” inspirada nesse caso, as implicações quanto a posse e porte de armas de fogo. Ficou muito bom, deu gosto de escutar, sem falar que é o tipo de assunto que me interessa bastante, serial killers… Essa trilha sonora então ficou show – só senti um pouco a falta na descrição da lista das músicas usadas, apesar que reconheci todas, com exceção daquela que toca aos 13 minutos, parece um metal alguma coisa…

    • Darley Santos

      Massacres em escolas e outros lugares – os chamados mass murders – é um fenômeno tipicamente americano, como bem dito no cast, mas não exclusivo como algumas pessoas podem pensar (devido a cobertura midiática dada, talvez? Um certo fetiche de uma sociedade materialista que de quando em quanto confronta o absurdo do vazio existencial? Vai saber…).

    • Muito obrigado Darley. Mais uma vez. Do tipo de assassino, neste caso, se trata de um mass murder, sim, mas chamado de spree killer. Aparentemente, ela é a primeira spree killer documentada (o que parece ser a confusão da maior parte de vídeos e documentos que li a respeito).

      Serial Killers têm um sistema pra matar. Ela até teve um – atirar nos de azul – mas não havia um perfil. Vendo depois outros documentos, ela afirma que queria que os policiais a matasse e por isso fez o que fez (mas foi na mesma sessão que disse que não se lembrava mais do dia).

      A Brenda mente bastante. Tem uma vida muito dura e que a maltrata de várias formas. Ela foi abandonada por todo mundo – menos por seu pai. E ele é uma grade parte da causa de toda a desgraça. Ela anda na linha do certo e errado, é muito difícil dizer o que sente ou pensa. Eu não sei se o que causa isto na sociedade estadunidense seja materialismo, mas existe um grande vazio. No Japão, o problema é inverso – os estudantes se matam (que pena que não falei isso no cast, só me veio à cabeça agora).

      As músicas são:
      Foster The People – Pumped up kicks
      Metallica – Ronnie
      Marilyn Manson – The Nobodies
      Nightwish – The Kinslayer (a que acho que você não reconheceu)
      Elton John – Ticking
      Pearl Jam – Jeremy
      Harry Chapin – Sniper (essa não tenho certeza que esta foi incluída no programa)