Ergo #004 – Malawi

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Neste episódio vamos falar do Malawi e de três projetos interessantes que se passam no continente Africano.

Tema: Musicoterapia

Tempo do Episódio: 00:35:28



Padrinhos: 
Agatha Gonçalves
Olavo Montenegro
Vanei Anderson
Pensador Louco
Willian Lopes



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Links do Episódio

https://www.youtube.com/user/sixdegreesrecords

 

Menções gratuitas, mas de coração
 Arquivo MP3 (clique com o botão direito e depois salvar link como, renomeie. E bom episódio!)

Participantes:

Apresentador e roteirista: Leandro Pereira

Edição: Berg’s

Arte da Vitrine: Léo Oliveira

Logotipo:Rafael Ramalli

Convidados:

  • Gharcia

    Ué? Nenhum comentário?

    Então né… vc está lá no seu sabadão, passando pano no chão e chega um Ergo desse..
    Cheio de histórias e músicas e poesia de um lugar no qual eu seria milionário… por ter água…

    Nota pra narração da Storm… verteram ainda mais água.

    Abraços e Sucesso!

    • Como nenhum comentário? Temos o seu 🙂 🙂 🙂
      Realmente, água limpa é uma riqueza danada. Água eles até tem, mas tratamento…
      Lendo sobre isto a gente pensa que é bastante injusto reclamar da vida né?

      A Rafaela arrebentou mesmo. Uma verdadeira mãe chorando a perda do filho. Lindo demais!

      Muito obrigado pelo comentário e pela audiência!

  • Pingback: EPISÓDIO 99: HISTÓRIAS DE FÉRIAS | XORUME()

  • Tiago Ramos Melo

    Que coisa maravilhosa esses projetos que foram citados, apesar de todas as coisas ruins que passamos sempre tem alguma coisa boa surgindo em lugares onde seria impossível fazer algo (mesmo que seja uma ajuda financeira ou solidária), episódio muito bom e cativante, parabéns mesmo e aguardando o próximo episódio.

    • Obrigado Tiago. Ian e Marilenna continuaram fazendo outros discos e documentários de outras pessoas. Eles têm discos de tuaregues, quenianos, sudaneses, ruandeses e tem mais gente. Acho legal que esse trabalho dele não é gratuito sabe? A pessoa tem que aprender e fazer a música. O Ian de fato ensina a pescar. É muito legal.

      Obrigado pela audiência e comentário!

  • Apesar de ter nascido na África, vim pro Brasil muito cedo e não conheço desse continente muito além do que os livros de história dizem, os documentários mostram, etc. E como “brasileiro”, estou acostumado a pensar em como o país está descendo pelo ralo, como a vida é complicada aqui, essa sorte de coisas que brasileiros tendem a reclamar desde que acordam. Episódios assim mostram na base do tapa na cara, como as coisas poderiam ser bem piores, como há lugares infinitamente mais inóspitos para se viver, ter filhos, prosperar, ter um mínimo de dignidade. Não que em comunidades brasileiras não existam horrores assim, mas você entendeu o quadro.

    Ouvir a música dessas pessoas me deixou imensamente triste, pela beleza das canções. Parece que a tristeza está encrustada nos temas, mesmo quando não entendemos a língua em que são falados. É como o canto do uirapuru, só que não ligado a lendas folclóricas indígenas, me deixou rasgado a faca, do início ao fim.

    Obrigado eternamente por este episódio, a conscientização que que e trouxe foi absurda. Abração pelo podcast mais que perfeito.

    • Engraçado que eu sinto muito mais beleza do que dor nas músicas. Eles parecem realmente se entregar àquilo. Eu gosto muito do disco da Tanzânia. Não sabia dizer o motivo, mas agora pensando me parece que é justamente pela sensação de segurança. A hora que você chega em casa, tira a gravata, os sapatos e tudo o mais que te apertava o tempo todo e finalmente relaxa. Que comparação terrível. Talvez eu mesmo não tenha me entregado à história. Talvez pra me proteger.

      E lá pode parecer pior que muito do que temos aqui no nosso sul-sudeste do país, claro, entendo perfeitamente o seu ponto. E não queria eu ser um indígena albino ou um presidiário em Rondônia. Olhando por este ângulo, achei muito mais semelhanças do que diferenças.

      Lá os políticos também roubam e não vão presos nem quando vão até a polícia pra se entregar – https://www.nyasatimes.com/joyce-banda-hand-malawi-police-spokesman/amp/
      e tem gente dedicada a tentar livrar as crianças de abusos http://www.hypeness.com.br/2016/04/lider-feminina-no-malawi-anula-850-casamentos-infantis-e-envia-meninas-de-volta-para-a-escola/

      Isso que o país deles é uma fração minúscula do nosso.

      Infelizmente eu só pensei em traçar este paralelo agora. Talvez olhar pra gente mesmo doesse mais.

      Um grande abraço. Estou muito feliz e orgulhoso de ter aqui seu comentário.
      .

  • Darley Santos

    Que ERGO surpreendente viu! Muito legal a ideia de fazer um cast contando um pouco da história e a cultura Malawi, se fosse um TCC já ganharia pela originalidade e relevância! É um alento conhecer esses interessantes projetos que se passam em uma terra tão castigada pela miséria, obscurantismo e violência. E de fato, é bem real você escutar as músicas e perceber uma positividade emanando da sonoridade, mesmo essas músicas tratando de assuntos tão tristes e trágicos… Parece refletir a resiliência de um povo que é obrigado a lidar com o sofrimento desde a mais tenra idade, e que, vida que pulsa, por isso mesmo não conhece o verbo esmorecer ou desistir… Parabéns Leandro, você tá se provando cada vez mais um ótimo podcaster, trazendo informação de forma bem agradável. Up!

    • Muito, muito obrigado Darley! Eu acho que errei em exaltar tanto os problemas e falar tão pouco das alegrias. Nos documentários que vi, estavam sempre sorrindo e brincando. Eles têm um paralelo enorme com o nosso povo no fim das contas. Mas saber dessas histórias realmente nos faz repensar na vida.
      Um abraço