Fermata Podcast #21 – Rap Nacional

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Sejam bem vindos a mais um episódio do Fermata onde nosso host Léo Oliveira convidou: Berg’s do Plataforma Geek e Anderson Negão do Blackcast pra comentar sobre Rap Nacional, um assunto não tão explorado hoje em dia. Nesse episódio há muitas indicações de artistas antigos, para apreciar o bom e velho clássico como também artistas novos para que esse estilo dê continuidade.

Tempo do Episódio: 01:45:00

Tema: Musica

Feeds:

Padrim Divulgação

Links do Episódio:

– Podcast Blackcast– Anderson Negão

– Plataforma Geek – Berg’s

– Historias do Rap – Indicação Berg’s

– Mundo de Bob #05 – Formata Podcast 

Andanças na podosfera:

– Hangout Campanha #OPodcastÉDelas – Léo Oliveira

– Music Drops #04 – City and Colour – Thai Souza

– Desleituras #29 – A Senhora da Lua – Thai Souza

 

Playlist no Spotify:

 

Músicas que você ouviu no episódio:

Criolo – Convoque Seu Buda
CeeLo Green – Bright Lights Bigger City
Emicida – Levanta e Anda
Mv Bill – Só Deus Pode Me Julgar
RZO –  O Trem
Haikaiss – RAP LORD
Racionais Mc’s – A Vida é um Desafio
Expressão Ativa – Ultimo perdão (homem chora)
Froid – Sou Alaska (Prod. UBRECORDS)
Facção Central – Eu Não Pedi Pra Nascer
Sabotage – Rap é Compromisso
A’s Trinca – Se Identifica
Gabriel o Pensador – Cachimbo da Paz
PrimeiraMente – Quebrando Tabu – Prod. TH
Thaide & Dj Hum – Senhor Tempo Bom
Rincon Sapiência – Meu Bloco
Rincon Sapiência – Ponta de Lança (Verso Livre)
5 a seco – Geografia Sentimental
5 a seco – Fiat Lux
Racionais Mc’s – Homem na estrada
Racionais Mc’s – Fim de semana no parque
Racionais Mc’s – Da Ponte Pra Cá

Indicações:

Léo Oliveira :

5 a seco – Fiat Lux

Anderson Negão:

Racionais Mc’s – Fim de semana no parque

Uxo:

Berg’s:

Rincon Sapiência – Ponta de Lança (Verso Livre)

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Indicação Nissin Lemos:

Criolo – Nó na Orelha


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Arquivo MP3 (clique com o botão direito e depois salvar link como, renomeie. E bom episódio!)


Participantes: Leo Oliveira em 12/04/2017

Convidados: Berg’s e Anderson Negão

Edição: Léo Oliveira

Leo Oliveira

Músico, baixista, gamer e fã de quadrinhos, além de ser fanático por series e totalmente viciado em filmes. Fã de diretores como David Fincher e Quentin Tarantino, além de totalmente viciado no universo Star Wars e apaixonado pela Terra Media!

  • Wilken Gandra (Will)

    Como não sei nada de Rap, nem vou falar muito sobre o episódio, mas reconheci alguns sons que ouvi com uns primos na adolescência! Senti falta talvez de Planet Hemp e os trabalhos solos de D2, BNegão e os seletores de frequência, que é a galera que faz umas misturas muito boas de ouvir tbm, apesar das possíveis apologias… Nunca tinha parado pra pensar em Geografia Sentimental e Fiat Lux como rap, mas foi interessante a citação, são duas letras ótimas do 5 a seco, Fiat lux principalmente. Tem um cantor de rap de Belo Horizonte, muito bom, faz tbm uma mistura boa de ouvir, é da galera mais nova, chamado Flávio Renegado, fui num show dele na virada cultural e valeu o rolê! E claro os participantes mandam bem demais parabéns ao Berg e ao Anderson que apesar de DEMEEENTE mandou bem demais, mesmo tendo contado a história da bola kkkkkkk
    Valeu!

    • Léo Oliveira

      Grande Will

      Boa, são excelentes cara que com certeza faltou citarmos no cast. Principalmente o Planet Hemp que trazia coisas com muita mais Rock And Roll e isso era foda demais e marcou a época em duvidas!

      a Geografia Sentimental eu não achei um rap, coloquei ela de fundo só pro ser do mesmo album. Mas a Fiat Lux ela é um pouco rap sim na forma de construção da letra .. eu amo essa musica hahahah

      HAHAHAHA
      sem a historia da bola não é o negão ne cara ?

      HAHAHA
      Vlw pelo comentário cara!
      Grande Abraço!

  • Léo (Bergs, Anderson), que episódio fantástico!

    Apesar de gostar muito de rap (não me envergonho, aprendi a ouvir esse estilo com Do The Right Thing, do Spike Lee e I’m The Man, do Anthrax, nos meados dos anos 80) nunca fui um grande conhecedor do estilo enquanto praticado no Brasil. Talvez por ter crescido no Rio de Janeiro e lá o estilo nunca ter imperado muito (lá, enquanto crescia, figuravam mais os horrores da lambada, depois charme, depois funk, etc.), talvez por não ter conhecido muitos fãs do estilo, mas isso não é relevante, de qualquer maneira.

    Tendo dito isso, a cada vez que ouvi um novo artista desse estilo tão poético e conscientizador, me surpreendi e surpreendo (caso deste episódio) com como todas as comunidades e realidades brasileiras podem sim ter ritmos e estilos que os representem e sejam ainda muito, muito bem feitos e bons de ouvir. Por isso digo que não há desculpa para os praticantes do fânqui ostentação/proibidão/qualquercoisaâo dizerem que aquilo é música representado a realidade nua e crua do povo. Isso seria chamar o povo de idiota, e já temos o governo pra fazer isso por todos nós.

    Obrigado de coração por um Fermata que me indicou tantos nomes a correr atrás. Claro, já conhecia Racionais MCs, Ao Cubo (acho que o nome é esse) e outros (algumas vertentes até apareceram no Som no Caixão), mas este episódio foi uma grata e maravilhosa aula.

    Agora são uma e meia de quinta-feira. Acabei de ouvir pela segunda vez o episódio, para firmar na cuca todos os nomes a procurar. E não tenho palavras a classificar minha devoção ao trabalho realizado por este podcast.

    Abração. 8)

    • Léo Oliveira

      FAAAALA Pensador!

      Exatamente cara. Como eu falei no cast infelizmente nós aqui no rio não crescemos ouvindo esse tipo de som. O Maximo que teve de ser popular entre esse meio foi o Gabriel O Pensador nos anos noventa e só. Infelizmente temos que ficar com o nosso lindo funk proibidão que ajuda a educar muita gente né? (ESTOU SENDO IRONICO)

      Concordo totalmente com você, que existe como você fazer parte de uma cultura de classe social mais baixa sem ser essas musicas bostas, e o RAP prova isso. Não é porque você é pobre que a sua representatividade social na musica precisa ser pobre musicalmente e ate mesmo como poesia. E é isso que essa galera do RAP prova pra nós. Tem musica boa sim surgindo dessa classe e levando as pessoas a ter uma paixão pela arte seja da musica quanto da escrita, e por isso o RAP é FODA!

      Cara, você não saber o quanto é prazeroso ouvir esses elogios de você que você sabe que é um idolo para todos nós do fermata. Muito obrigado!

      Grande abraço!

    • Dahora Pensador, Tamo junto!

  • Saudações rapaziada, tudo bem?
    Primeiro, um programa sobre o rap nacional é muito importante, uma vez que esse é um gênero que teve um crescimento muito grande no meio dos anos 1990 e que hoje tem conquistado um monte de gente que não necessariamente está conectada com as regiões periféricas do Brasil.
    Quando eu era mais novo eu tive mais contato com o rap e o hip-hop por estudar numa escola que é colada com uma favela e a maior parte dos meus amigos serem de lá. Também vi muito dos problemas de abuso das autoridades, uso de drogas e outras coisas do tipo muito de perto, uma vez que meu bairro, durante muitos anos, teve esse problema com os traficantes e as autoridades.
    Desse programa eu senti falta de alguns nomes da grande base do rap nacional, como o pessoal do Pavilhão 9, que por muitos anos tocaram com máscaras após uma operação da polícia militar. Eles surgiram na mesma época do Body Count e é um dos poucos grupos que mesclam rap com metal e um dos precursores do gênero. Aqui vai um clipe de um show mais recente deles, depois da volta do hiato: https://www.youtube.com/watch?v=N5LaAS35Jbo
    Outro grupo que também foi muito polêmico na sua época é o pessoal do De Menos Crime. Vindos lá de São Mateus, fizeram um puta sucesso na cena, aparecendo até num disco do Charlie Brown Jr. Eles lançaram o Fogo na Bomba numa época em que falar sobre a descriminalização da maconha era um tabu maior que hoje: https://www.youtube.com/watch?v=D5IDH9OwsFU. Esse clipe deu uma repercussão muito grande por causa justamente pela mensagem de apologia ao uso de maconha e o abuso da repressão ao usuário.
    E nem todo o rap nacional era feito só de gente falando das coisas ruins do cotidiano. Uma das músicas que eu mais gosto é, inclusive, sobre como a vida simples pode ser algo muito bonita. O Doctors MCs tem uma música chamada Tic Tac, que tem uma levada super leve e o grupo ainda está na ativa, menos que na época dessa música, mas ainda ativo. https://www.youtube.com/watch?v=nAwVvLgZSwE
    Eu confesso que não consigo gostar de artistas como Crioulo, Rael e Emicida, muito menos essa galerinha do Trap como o Haikaiss. Não me desce esse pessoal e o tipo de mensagem que eles passam me soa muito destoante do que os grandes pilares do gênero fizeram. Contudo, o Emicida lançou um trabalho muito legal com um rapper português que eu curto muito o Valete, chamado Ela, junto da Capicua, flertando com o português brasileiro e o de Portugal, respeitando inclusive as diferenças entre a forma como eles falam. Recomendo que escutem: https://www.youtube.com/watch?v=sZeMfPcz1fg
    Uma sugestão minha: se vocês conseguirem, falem do rap cantado em português. O nosso hip hop influenciou muita gente, sobretudo nos países da África que falam português, com gente interessantíssima como o Azagaia (https://www.youtube.com/watch?v=b9IwDjrUNTE), Alkappa (https://www.youtube.com/watch?v=BEDpcLIpphA), Victor Duarte (https://www.youtube.com/watch?v=3d4ztVTky-g), Império Suburbano (https://www.youtube.com/watch?v=m4Q7hZG6c9U), além de existir uma cena muito rica em Portugal com o Dealema (https://www.youtube.com/watch?v=hUr3BX-8o98), Valete (https://www.youtube.com/watch?v=kJokI_Y9e8k), Quartel 469 (https://www.youtube.com/watch?v=B3cEVnqDhg0), Sam The Kid (https://www.youtube.com/watch?v=UFCsbzp4LH0) e se eu continuar a lista vai ficar gigantesca.
    Um grande abraço a todos e até mais.

  • Vanei Anderson Heidemann

    Tá aí um estilo que não consigo decidir se gosto ou não. Tem algumas músicas que gosto muito, mas acho que a maioria não gosto. O ritmo não me agrada muito e nem muitas letras.

    • Léo Oliveira

      Fala Vanei
      Tem muita parada maneira que acho que vale muito apena se ouvir. Principalmente esses que passam mais pra levada de humor nas letras, que acho que vc deve curtir mais!

      Grande abraço!

  • Eric Adan

    Galera, coisa linda esse episódio (como sempre)… minha dica ai que vcs não comentaram sobre a história do movimento hip-hop (consequentemente o Rap) é o documentário “Hip-Hop evolution”, disponível na Netflix. O documentário tem 4 episódios, e retrata bem o contexto histórico do Bronx nas décadas de 1970/80. Também indico um vídeo de um canal no youtube, o “O que é a música”, que é parceiro do Music’s Soul (meu canal, como vcs sabem) (link abaixo). Claro que não podia deixar de comentar a lindeza que é o “the get down”, que já está na 2ª temporada (amei que vcs comentaram sobre ele, e Leo, só assista, tá? hahha)… Abraços pessoal, e o trabalho está lindo demais!!! https://www.youtube.com/watch?v=oxJT__Y_S-s

    • Léo Oliveira

      Faaaalaa Eric
      Poxa… não conhecia esse documentário. Já botei na minha lista da Netflix aqui pra assistir. Por sinal, pretendemos mais pra frente fazer um episodio falando da historia do Hip Hop apenas. E tenho certeza que esse documentário vai ajudar demais na pauta!

      vlw pela dica!

      Excelente video que você mandou!

      E pode deixar que Get Down já ta na minha lista aqui pra assistir. Só estou terminando minha maratona numa serie aqui e depois vou pra ele ahahah

      Grande abraço e muito obrigado pelo comentário!

      • Eric Adan

        aê sim… vlw, meu fi, tmj… 😀

  • Panda Pedinte

    Mais um episódio do Fermata me surpreendendo, nunca imaginei que o RAP Brasileiro seria abordado em episódio de vocês. O genêro em si está longe de ser o meu preferido, apesar de que as vezes me pego escutando alguns artistas de forma aleatória, porém dificilmente rappers nacionais. O que eu achei interessante foi que para o meu espanto eu conhecia várias das músicas mais antigas que tocaram no episódio, bem provável por morar na periferia de São Paulo e ter tido um pouco de contato por conta do lugar onde moro até hoje.

    Apesar de ter gostado do episódio gostaria de deixar uma crítica, gostaria de que tivessem se aprofundado mais na história de como o movimento surgiu nas nossas terras.

    • Léo Oliveira

      Fala Pandaa

      Vlw pelo elogio cara!
      Reparei com alguns feedbacks que a galera que é de são paula já conhecia grande maioria dos artistas e musicas citados, mas a de outros locais nem tento. Até pra mim que nao conhecia muita coisa mais depois do cast comecei a ouvir criolo, Froid, Ricon Sapiencia … e outros tambem.

      Sobre a questão historica, até pensamos em dar uma abordagem mais profunda, mas pensei que ia sair um pouco da proposta de episódios que fazemos de gêneros musicais, pois nesse episodio focamos mais no indicar artistas do gênero, focando mais na musica e não da historia em si. Mas já pensamos em fazer uma pauta futura falando sobre o movimento hip hop e se aprofundar mais nessa questão historica do estilo. Bom demais você dar esse feedback pra saber que os ouvintes também tem interesse nessa parte mais histórica.

      Muito Obrigado pelo seu Comentário!

      Grande abraço!

  • Roberto Livio

    Excelente episódio!!! Gostei muito da participação do Bergs, Anderson Negão e excelentemente hostiado pelo grande Leo; parabéns!
    Foram sensacionais as indicações, foram show as referências, os comentários, foi tudo muito enriquecedor;
    Gostaria de fazer indicações de alguns rappers do meio gospel, acredite se quiser, existem, que fazem um trabalho muito legal e tem uma batida muito boa pra quem curte um bom rap ou hip hop; são eles, Pregador Luo, que era ou é do grupo Apocalipse 16, DJ Alpiste, o nome é estranho mas o som do cara é maneiro, e um outro grupo também chamado Ao Cubo, onde aproveito pra indicar uma música que narra uma história sensacional chamada “Mil Desculpas”;
    Espero que tenha contribuído com essas indicações e continuem o excelente trabalho!

    • Léo Oliveira

      Faaala Roberto
      Fico muito feliz que tenha curtido esse episódio e agradeço pelos elogios feitos!

      Muito boa suas indicações. Conheço um pouco de cada um dos citados, principalmente o Ao Cubo que é um grupo excelente e Muito boa musica que indicou!

      Mais uma vez agradeço aos elogios e também pelas excelentes indicações!

      Grande abraço!

      • Roberto Livio

        Fico feliz em saber que você conhece esses nomes que indiquei; infelizmente, muita gente ao ver o título “gospel” já associa a coisa ruim; não vou negar que não tenha muita bomba por aí, mas tem uma galera aí que vale a pena ouvir…
        Excelente episódio e trabalho; Desejo todo o sucesso pra vocês!!

  • Darley Santos

    Só ouvi até hoje alguma coisa de Planet Hemp, Mc Racionais e Gabriel O Pensador… Gosto da fala rápida e do “papo reto” característico desses grupos. Quem não gosta de escutar “Até Quando?” ???

    • Léo Oliveira

      Fala Darley.

      Cara … até quando é uma musica que mora no meu coração ahhahaha a letra dela é fantastica e mostra que em tantos anos o país continua a mesma coisa, ou pior até!

  • Agatha Gonçalves

    Quando começou a música do Racionais até arrepiou aqui. Eu comecei ouvindo racionais.
    Meu irmão e meu pai sempre gostaram muito de rap, então desde pequena eu escutei muito e brinquei muito ouvindo rap. Tenho muitos vídeos de quando era menina, cantando rap junto com meu irmão. Eu gostava muito e até hoje tenho várias músicas do Racionais (em especial) cravadas na minha cabeça.
    Gabriel O Pensador também, as músicas dele estão todas escritas em algum lugar aqui na minha cabeça e até hoje esse cara representa MUITOOOOOOO!
    Relembrei algumas músicas que eu não ouvia faz MUITO tempo e nossa, é muito dahora ouvir um podcast de música e conhecer quase todas as músicas.

    Ver As Trinca e Karol Conka me deu até uma vontadezinha de chorar. A batalha da mulher em ocupar seu espaço me deixa com aquele friozinho na barriga. Isso foi um dos motivos de me tornar a feminista que sou. Obrigada, por falarem dessas mulheres FODAS e de tantas outras.

    O cast ficou magnifico e era isso que eu esperava mesmo.

    Beijooo

  • Quando começou a música do Racionais até arrepiou aqui. Eu comecei ouvindo racionais.
    Meu irmão e meu pai sempre gostaram muito de rap, então desde pequena eu
    escutei muito e brinquei muito ouvindo rap. Tenho muitos vídeos de
    quando era menina, cantando rap junto com meu irmão. Eu gostava muito e
    até hoje tenho várias músicas do Racionais (em especial) cravadas na
    minha cabeça.
    Gabriel O Pensador também, as músicas dele estão todas
    escritas em algum lugar aqui na minha cabeça e até hoje esse cara
    representa MUITOOOOOOO!
    Relembrei algumas músicas que eu não ouvia
    faz MUITO tempo e nossa, é muito dahora ouvir um podcast de música e
    conhecer quase todas as músicas.
    Porra, Primeiramente é foda, sem palavras, que cast lindo!

    Ver As Trinca e Karol Conka me deu até uma vontadezinha de chorar. A
    batalha da mulher em ocupar seu espaço me deixa com aquele friozinho na
    barriga. Isso foi um dos motivos de me tornar a feminista que sou.
    Obrigada, por falarem dessas mulheres FODAS e de tantas outras.

    O cast ficou magnifico e era isso que eu esperava mesmo.

    Beijooo

    • Léo Oliveira

      Agaaaatha <3
      Muito bom ver você novamente por aqui. Já estava com saudades de responder e ler seus comentários no episodio!

      Olha, que legal isso. Não conheço muita gente que teve a influencia dos pais para gostar de RAP, até pq é algo que costuma a vir mais dos jovens e normalmente isso é rejeitado pelos pais, mas muito bom fazer essa sua influencia.

      Como sempre disse, Gabriel é um cara que marcou minha infancia e eu amo as musicas desse cara.

      Nós que agradecemos a sua indicação, principalmente do As Trinca que eu não conhecia e depois que ouvi comecei a admirar demais o trabalho delas.

      Vou deixar aqui uma indicação pra você do trabalho da Bia Doxum que é bem bacana e acho que você vai curtir.

      Muito obrigado pelo elogio e agradeço demais pela ajuda com o episodio!

      Beijos!

      • Agatha Gonçalves

        Bem forte esse som, mas gostei muito. Represente assim como As Trinca.

  • Neto JJ

    Mais uma vez me surpreendo com o belíssimo episódio do Fermata.
    Juro que quando baixei, pensei que no programa só iam falar sobre a nova escola do rap, mas me surpreendi com os convidados que trouxeram muita coisa boa das antigas, a exemplo do Expressão Ativa que é um banda muito foda e que me marca até hoje.

    Só acho que faltou falar do Inquérito que vejo como o meio termo perfeito entre a velha e nova escola, falar também de GoG que, com mais de 25 anos de carreira, representa muito bem o rap de Brasília e Mv Bill que em 2006 trouxe a tona a discussão do envolvimento de crianças no trafico de drogas, representando muito bem o cenário do Rio de Janeiro.

    • Léo Oliveira

      Fala Neto … Que bom que curtiu o episodio cara, ficamos muito felizes com isso!

      Nesse episódio tentamos trazer um pouco dos dois pontos, mostrando os classicos pra quem não conhece e apresentando essa galera nova pra quem quer conhecer, e ver que ainda tem muita coisa boa do genero rolando por ae.

      Excelente. Realmente faltou falar desses cara mas fica pra uma segunda oportunidade citarmos o trampo deles, quem sabe não rola uma parte 2 né?

      Vlw neto
      Grande abraço e mais uma vez obrigado pelo comentário.

  • Lohran Bentemuller

    sensacional. Meu contato com rap nacional se resume a racionais e o que o youtube me recomenda. Fui inventar de ouvir a música do facção central na academia, ainda bem que eu estava sozinho, pq veio aquele soluço. Ótimas recomendações. Espero que tenha um de Rap internacional pq tem mta coisa legal também.

    • Léo Oliveira

      O rap gera demais essa identificação cultural com as mensagens passadas nas musicas… isso é maravilhoso.

      Obrigado pelo comentário!

  • Juno Brose

    E ai Beleza ? Parabéns Galera, Episodio épico. Espero esse episodio desde o começo do podcast.

    Foi demais ! Ótimas Recomendações.

    Vou passar por aqui pra dar algumas recomendações que saem um pouco do “mainstream” e brincam com o gênero trazendo o RAP em uma pegada mais ritmada. Aquele estilo meio RAP e Violão, que eu acho demais! (Talvez faça com que o Léo ouça mais RAP, rs):

    1- Yzalú – É o rap Tio.
    2- Dom M – É só questão de Opinião
    3- Tássia Reis – Da Lama / Afrontamento
    4- Projota – Rebeldia (Ok, esse é bem famoso, mas essa musica tem uma pegada muito boa).

    Tenho mais um monte. Mas não vou flodar aqui. Espero que o Léo consiga ouvir e que goste das musicas. Afinal ele já me apresentou tanta coisa boa nesse podcast que espero poder retribuir. . .

    Muito obrigado pelo Cast. 🙂

    • Léo Oliveira

      Faaaaaaa Junooooo ahahah
      Cara, fico feliz demais que você tenha curtido o episodio

      Anotei todas as indicações pra depois ouvir com mais calma e dar um feedback legal
      Obrigado pelo comentário cara e fico feliz demais de ve-lo por aqui o/

  • This is ridiculous man

    O racionais foi um grupo tão impactante que até hoje no rap, e também na musica popular brasileira como um todo ainda não surgiram letristas tão talentosos, a capacidade do brown e do edi rock de criar narrativas, as criticas sociais extremamente bem imbazadas e complexas realmente + a mixagem surreal do KLJ fez o padrão de qualidade ficar setado lá no alto, agente teve até musicos que criaram CDs que musicalmente falando eram até superiores a racionais aqui no brasil, nó na orelha do criolo, O album postomo do sabotagem são exemplos disso, albums que você bota no fone e a engenharia de som faz você ficar maluco, mas até hoje não veio um cd divisor de aguas como foi o sobrevivendo no inferno, onde letras, batida, e engajamento social dos seus artistas conversasse tanto com o brasileiro.