Fermata Podcast #25 – Álbuns Conceituais

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Filament.io 0 Flares ×

Sejam bem vindos a mais um episódio do fermata. Nosso host, Léo Oliveira convidou seus amigos: Leandro Pereira, Rafael Henrique (Zcast e Trova na Taverna) e William Floyd(Ultra Combo Podcast)  pra discutir sobre o que afinal é um álbum conceitual. Onde e como ele começou? Qual é sua história? Além de inúmeras informações ricas sobre o assunto, os participantes indicaram excelentes álbuns conceituais com histórias interessantes para os ouvintes.
Vem ouvir!

Tempo do Episódio: 01:49:02

Tema: Musica

Entrem no nosso Grupo no Telegram!

Feeds:

Padrim Divulgação

Links do Episódio:

– Site Outra Guilda – Rafael Henrique

– Podcast Ergo – Leandro Pereira

– Site Ultra Combo Podcast – William Floyd

– The Dance of Eternity no Bitbox

– Heavy Metal Box #05 – Temple of Shadows

– Canal Music’s Soul

 

Andanças na podosfera:

Sem andanças 🙁

Playlist no Spotify:

 

Músicas que você ouviu no episódio:

Green Day – American Idiot
David Bowie – Moonage Daydream
Pink Floyd – Speak To Me-Breathe In The Air
Gentle Giant – Interview
The Who – Pinball Wizard
Jethro Tull – Thick As A Brick (Part 1)
Jon Anderson – Dance Of Ranyart Olias To Build The Moorglade
Blind Guardian – Nightfall
Dream Theater – Finally Free
Pain of Salvation – Nihil Morahi
Kraftwerk – Radioactivity
Iron Maiden – The Clairvoyant
Angra – Late Redemption
Ayreon – Day eleven – Love
Hamlet – From Hades To Earth – Delpht
Hamlet – Symbols – Stormy Nights
Radiohead – No Surprises
Radiohead – Paranoid Android
Rhapsody – Queen of the Dark Horizons
Rhapsody – Rain Of A Thousand Flames
A.C.T. – Waillings From A Building
A.C.T. – Torn By A Phrase – Garden

Indicações:

Léo Oliveira :

A.C.T. – Torn By A Phrase/Garden

Leandro Pereira:

Radiohead – Paranoid Android

Rafael Henrique:

Rhapsody – Rain Of A Thousand Flames

William Floyd:

Hamlet – Symbols – Stormy Nights

Redes Sociais:

Facebook Fermata Podcast

Twitter Fermata Podcast

Links comentados na leitura de emails:

Perfil do Fermata no Spotify

Spotify do Leo
Spotify da Thai
LastFM do Leo
LastFM da Thai

Playlists Pessoais:

O que a Thai anda ouvindo
O que o Leo anda ouvindo

FreeBits: 

Criolo – Espiral de Ilusão


Clique na imagem para baixar o Album
Site da banda

Parceiros:

– Conversa Nerd & Geek

– FlashNews

– ZCast

– Site do Editor Senhor A


E-mails: Mande suas críticas, elogios, sugestões e erros para fermatapodcast@gmail.com

Arquivo MP3 (clique com o botão direito e depois salvar link como, renomeie. E bom episódio!)


Participantes: Leo Oliveira e Leandro Pereira em 07/06/2017

Convidados: Rafael Henrique e William Floyd

Edição: Léo Oliveira

Leo Oliveira

Músico, baixista, gamer e fã de quadrinhos, além de ser fanático por series e totalmente viciado em filmes. Fã de diretores como David Fincher e Quentin Tarantino, além de totalmente viciado no universo Star Wars e apaixonado pela Terra Media!

  • Vanei Anderson Heidemann

    Novo conhecimento adquirido com sucesso. Não fazia a menor idéia que existia esse negócio de álbuns conceituais.

    • Léo Oliveira

      Falaaa Vaneeei

      Serio que não sabia? o.O
      Muito bom poder te informar quanto a isso!

      O chato é porque a grande maioria deles são em ingles né e dai fica complicado entender a historia sem ler
      Por sinal falta um album assim BR que seja bacana

      Fiquei sabendo que o Titãs está compondo uma rock opera pra ano que vem!

      Estou ansioso pra isso rs

      Grande abraço!

      • Vanei Anderson Heidemann

        Não sabia, alias, conheço muito pouco sobre música mesmo. Praticamente só aperto o play em algum player.
        Esse dos Titãs agora me deixou ansioso… Titãs voltou a ser uma boa banda depois de um período meio negro.

  • Oi Leo, tudo bem? Excelente podcast, adorei os participantes dele, como são lindos!

    As indicações do Leandro, cara, que discos maravilhosos! Eu gostaria de indicar 3 discos conceituais. O primeiro é Portrait of An American Family onde o Marilyn Manson desafia os costumes e tradições estadunidenses com família, escola e etc. No segundo disco, Antichrist Superstar, ele desafia os dogmas, expondo doenças tabú, demônios, repressão, dor e angústia. No terceiro disco que quero indicar, Mechanical Animals, trata sobre o uso indiscriminado de remédios e drogas (lícitas ou não) pra controlar comportamentos ou a chegar a estados que elas não conseguem de outra forma já que têm uma vida de gado e uma depressão profunda.

    Um grande abraço

    • Léo Oliveira

      What?
      Seus comentarios não são validos
      Vc ja é da equipe e ja gravou o episódio ahahhaahha

      Não vou falar que as indicações foram boas, pois foram Marilyn Manson … mas curioso saber que também é conceitual ahhahahah

      Grande abraço também!

  • Darley Santos

    Chega a ser divertido vê-los tentar definir o que é “Conceitual”, dá sempre aquele trabalhinho definir o que é. Tenho que concordar com o direito de qualquer um estar errado, por isso concordo com o direito do Floyd dizer que o melhor disco do Iron Maiden é o Seventh Son of a Seventh Son, só o anterior disco, Somewhere In Time, já desbanca esse, mas enfim… Obrigado pela playlist!!!

    Hey, mudando de pau pra kct, vocês já ouviram King’s X ???

    • Léo Oliveira

      Falaaaa Darley
      Realmente é muito complicado de definir esse conceito de conceitual hahaha
      kkkkkkkkkkkk
      O Floyd sempre insiste no direito de estar errado kkkkkk

      Cara …. King’s X é tipo caviar pra mim
      Nunca vi nem comi eu só ouço falar rs
      Indica um album ae

      @leandrolopesp:disqus Conhece?

      • Lucas Costa

        King’s X descobri através dessa música (Over My Head) com esse riff fantástico. O resto do álbum dessa música tem teores meio diferentões que não me deixaram cair de cabeça, mas vale a pena dar aquela provada.

  • Saudações rapaziada, tudo na paz? Espero sinceramente que sim.
    Primeiramente queria dizer que gostei muito do programa e achei bacana a discussão sobre o que torna um álbum conceitual. Mas, como eu sou um cara chato pra caramba (e sintam-se à vontade para concordarem com isso), vou colocar aqui um problema em definir álbum conceitual e como o que foi colocado lá no “chicotada” também tem umas falhas meio tensas em termos de definição.
    Primeiro, não existe isso de álbum-conceito. Dando uma olhada no Vocabulário de Música Pop do Roy Shucker, que é um especialista em cultura popular e em música pop, a ideia por trás do álbum conceitual é, a grosso modo, um álbum em que você unifica as canções por um mesmo tema, que pode ser compositivo, narrativo, lírico ou instrumental. Então sim, dá para considerar as trilhas de filmes e discos que tenham alguma forma de coesão interna como conceituais, desde que as músicas sejam ligadas ao tema do próprio filme e sejam compostas para ele.
    O que acontece é que mercadologicamente um álbum conceitual tem muito mais prestígio por parecer algo muito mais complexo e mais bem-acabado e nisso muitas vezes não figuram as trilhas sonoras e as compilações. Mas existem compilações que são conceituais, como a própria Hamlet que vocês tocaram, tem uma que eu gosto muito chamada Songs Of Terror: A Gothic Tribute to Edgar Allan Poe, na qual cada música se baseia em um conto do Poe e a Where’s Neil When You Need Him?, com bandas fazendo músicas inspiradas nas histórias do Neil Gaiman.
    O modelo de álbum conceitual é que, entretanto, não é viável no nosso modelo de música enquanto produto comercial, pois exige que o ouvinte / consumidor necessite contextualizar e conectar cada uma das canções para que elas façam sentido e não simplesmente “curtir” um som. Não que isso represente um problema, é possível fazer trabalhos conceituais com músicas que funcionam bem sozinhas, mas ela acaba se tornando muito mais algo de nicho do que algo mais mainstream, exceto pelo Iron Maiden, com o já citado Seventh Son of a Seventh Son, cujas músicas “Can I Play with Madness”, “The Evil That Men Do” e “The Clairvoyant” aparecem facilmente em compilações e em discos ao vivo sem muitas dificuldades.
    Falando em discos conceituais, senti muita falta do King Diamond. A carreira solo dele inteira é baseada em contar histórias nos moldes dos filmes de terror e ele é reconhecido justamente por usar a voz para encarnar personagens. Dele, os meus favoritos são o Spider’s Lullaby e o Abigail, que inclusive vai ser tocado na íntegra aqui no Brasil no Liberation Music. Tem também dois trabalhos do Iced Earth da fase do Barlow que eu curto bastante, o primeiro é o The Dark Saga, baseado nos quadrinhos do Spawn, que tem a capa desenhada pelo próprio Todd McFarlene e o Horror Show, inspirado em filmes e na literatura de terror, que inclui um cover de Iron Maiden.
    Fora do metal me agrada muito os discos The Last Dawn e o Rays Of Darkness do grupo japonês de post-rock Mono. Quando eu entrevistei o guitarrista e líder da banda, o Takaakira Goto, uns meses antes do lançamento destes trabalhos, ele me falou que o primeiro era sobre a esperança e o outro sobre a escuridão e que esses discos eles foram lançados juntos como forma de um complementar o outro em termos de temáticas. Inclusive eu gosto muito do Rays of Darkness, embora ele seja bem arrastado.
    E pra finalizar, já que vocês falaram do Kraftwerk, eles pertencem a uma cena alemã conhecida como krautrock, que, de modo bem grosseiro, seria a cena prog da Alemanha, surgida exatamente com músicos que queriam fugir da música popular e também não queriam soar como o rock inglês, que para eles parecia algo muito convencional. Tanto que o uso de sintetizadores se deu porque eles eram alunos de um dos maiores compositores eruditos experimentais, o Karlheinz Stockhausen, que também fazia umas coisas muito bizarras. Se o uso do contator Geiger como parte da música já parece estranho, saiba que o professor do pessoal do Kraftwerk fez uma peça para ser tocada com quarteto de cordas e quatro helicópteros e tem essa música no youtube sendo executada. Procurem por Helikopter-Streichquartett que tem a performance completa.
    E desculpem a mensagem longa, um grande abraço pra todo mundo e até mais ver.

  • Excelente cast, meu amigo. Álbuns conceituais sempre foram um xodó nas minha coleções, e vocês frisaram bem como é o “conceito” (piadalha ruim) desse tipo de compilação musical. E eu nem conhecia essa diferença entre conceitual e conceituado, achei interessante.

    Aliás, muito bom que falaram de Tommy, uma ópera rock perfeita, mas o The Who também tem o Quadrophenia como conceitual (embora não operístico), que também teve um filme phoda e acho as composições até melhores (Sting novinho fazia um dos personagens).

    Outra dica que queria deixar, pra quem curte mais a pegada de heavy metal, King Diamond tem a maioria de seus álbuns como óperas conceituais, contendo inclusive diálogos entre os personagens nas letras e formando uma história do princípio ao fim. Deixo ele aí abaixo pra vcs ouvirem.

    Gostei muito de saber do álbum do Jon Anderson, tenho que colocar minhas mãos nele!

    Abração a todos. 8)

    • Léo Oliveira

      Grande pensador!
      Impossivel fazer um cast desse tema e nao falar do Tommy que é um album incrivel
      Por sinal, não sabia do filme do Quadrophenia … vou buscar assistir

      Não conheço a galera do King Diamond mas ja vou vbuscar de ouvir pos parece ser bem foda

      E quanto a esse P.S. ae ahhahaha eu ADOREI o enredo da historia hahahah

      Vlw pelo comentário!
      Grande abraço!

  • Panda Pedinte

    Muito boa a discussão e não tenho muito o que adicionar. Só queria deixar aqui a recomendação da banda de rock progressivo The Dear Hunter, eles possuem 7 álbuns e desses 5 são contando a história do personagem Hunter. Então fica aí a recomendação dos álbuns Act I, II, III, IV e V deles. https://www.youtube.com/watch?v=mZPLsrOzLew

    • Léo Oliveira

      Excelente… não conhecia a banda mas ja curti a banda que você mandou
      Muito bom pela indicação
      Obrigado pelos elogios
      Grande abraço!

  • JULIAN CATINO

    Faaaaaala grande Leo ! Legal que quando a gente acha que conhece uma coisa, conhece p* nenhuma ! Já ouvi muito Yes e não conhecia esse disco do Jon Anderson , vou buscar para ouvir ele inteiro.

    Na minha concepção capitalista evolucionista da coisa toda (coloquemos o monóculo uns minutos) houve uma mudança dos 60 para 70 onde se popularizou o fato de ter toca-discos e ouvir ‘suas músicas’. Antes a coisa passava pelos singles e passou a ser o álbum todo, e conforme a idéia das bandas mudou, o mercado mudou. As bandas mais elaboradas (do que a gente chama hoje de rock progressivo mas acho que não é algo tão coerente) queriam imprimir a sua marca e lançavam assuntos.

    Alguns mais velhos (assim como eu) :

    – Lizard – King Crimson
    – Tales from Topographic Ocean – Yes
    – The Secret Life of Plants – Stevie Wonder
    e não posso deixar de citar o para mim melhor disco de Genesis:
    – The Lamb lies down on Broadway

    Um mais novo :

    – Ovo – Peter Gabriel

    Uma curiosidade: David Bowie, na sua trilogia de Berlim fez uma música com Brian Eno chamada V2-Schneider, uma puta homenagem ao Florian Schneider do Kraftwerk, que eles estavam ouvindo sem parar naquela época.

    • Léo Oliveira

      Faaaala julian
      Muito bom ver um novo comentário por aqui

      Excelentes albuns indicados
      Por sinal o Lizard é incrivel
      King Crimson é espetacularmente lindo ahahha

      Muito obrigado pelas indicaçõs e pelos elogios
      Grande abraço!

  • Lohran Bentemuller

    Saudações amigos do fermata. Conheci o cast de vocês pelo Leandro Lopelhes do Ergofobia. Após assinar o feed, passei o olho pelos episódios e de cara já baixei três. O primeiro que ouvi foi o de álbuns conceituais e é sobre ele que vou comentar.
    O primeiro álbum conceitual que ouvi foi Thick as a Brick da banda Jethro Tull (citado algumas vezes no cast, o que foi suficiente para me deixar extremamente feliz). O episódio ficou sensacional, confesso que só tinha escutado o álbum do YES, mas já coloquei na minha lista aqui para ouvir todos os álbuns do episódio, e depois reouvir o episódio com as análises.
    Voltando a falar de Thick as a Brick, a primeira vez que ouvi fiquei encantado, um rock progressivo, meio psicodélico, foi aí que despertou uma característica em mim que considero bem marcante, a paixão pela banda Jethro Tull. Essa paixão é conhecida por amigos, parentes e esposa (que me acompanhou para uma viagem de avião de mais de 100km e ficou 7 dias acampada comigo em uma fazenda num festival para ver a banda).
    Tive também o prazer de ouvir o álbum Thick as a Brick ao vivo no teatro Bradesco, em São Paulo, num show que ocorreu em março de 2013. Mas foi só depois de ouvir a música ao vivo que eu comecei a procurar mais sobre ela e buscar entender sobre o que a música falava. Comecei então uma análise, traduzi sites estrangeiros e adicionei minhas próprias opiniões e impressões, o resultado segue abaixo:
    A música retrata um poema de um rapaz fictício de chamado Gerald Bostock, e fala sobre as dificuldades de impor a sua opinião num mundo moderno..

    A música é dividida em dois atos, o primeiro ato fala sobre as dificuldades de Gerald de impor sua opinião, também falam do seu crescimento e desenvolvimento.

    Primeiramente é necessário entender o significado da expressão “thick as a brick”, é uma expressão melhor traduzida como “burro como uma porta”.

    Gerald começa falando da estupidez das pessoas, onde as palavras são sussurros e a surdez (ignorância) é um grito. Ele reclama que as pessoas seguem suas vidas, seus negócios, sem um senso crítico de nada. Fala que os sábios de sua geração são burros como uma porta.

    A música faz um conflito constante entre as opiniões e virtudes pessoais e as influências da sociedade. Várias metáforas são utilizadas para isso. Vou enumera-las:

    – O castelo de areia e a maré;
    – Sapatos gastos e o solado gasto;
    – Bronzeado que vai se perdendo;
    – O poeta e o guerreiro.

    Gerald se sente depressivo e decide repensar sua vida, desde o início, para tentar encontrar causas do porquê de ter aberto mão de seus princípios e virtudes frente à influência da sociedade. Ele então retorna às fraudas, cita as influências dos filmes de hollywood (singing in the rain) e do jogo monopoly. Acompanha todo o seu crescimento, onde constrói castelos de areia e desafia a maré á derruba-los. Outro ponto que é interessante analisar é que quando ele vai à praia, encontra um poeta projetando sua sombra sobre ele, enquanto batalhões de soldados brilham sob o sol. O que deixa claro quem influenciou mais a sua personalidade atual.

    O eu lírico cresce, aparentemente sozinho, pois a música dá a entender que seu pai viajou para uma batalha (não sei dizer se isso é metafórico ou real), seu pai retorna e encontra seu filho um homem, já se apaixonou, já com vivência, Gerald então expulsa seu pai de casa e o peso da responsabilidade começa a pesar sob seus ombros. Ele vai lentamente ficando cada vez mais parecido com o seu pai.

    Então, completamente perdido, ele procura sentido da vida em apostas, em carros esportivos. Chega a pedir ajuda à personagens de revistas em quadrinhos.

    No segundo ato nasce o filho de Gerald, e ele promete que com seu filho será diferente, ele não se perderá nas influências da sociedade. Temos um lado bem mais psicodélico na parte 2, o filho de Gerald consegue ser tudo aquilo que o pai não foi, possui influências mais fortes do poeta e mais fracas do soldado, seus castelos de areia são mais fortes. A música fica extremamente mais psicodélica e repete estruturas da primeira parte, se encerrando com a mesma crítica dos primeiros versos.

    É isso, espero que tenham gostado, mil desculpas pelo email longo, mas eu me perco falando de Jethro Tull. Espero que essa análise faça vocês gostarem um pouco mais da música.