Quadrinhos

O Sombra: Grandes Mestres (hq) – resenha

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Filament.io 0 Flares ×

Salve, salve, seres humanos da terra.
Voltando a fazer resenhas de quadrinhos, hoje eu quero falar de uma hq que eu achei na banca. Uma hq de um personagem clássico do qual eu não ouvia falar em muito tempo. Estou falando de O Sombra, o herói mais fodão e babaca de todos os tempos. Hoje eu vou falar de O Sombra: Grandes Mestres.

 

O Sombra

 

Essa hq é um relançamento da Mythos, da série Sombras e Luz, de 1987. São seis edições americanas em um encadernado de capa cartão.

Antes de falar da história em si, eu tenho que avisar que eu não conheço tanto o personagem quanto gostaria. Eu sei que ele é um clássico, que é um detetive sinistro que tem vários servos que o ajudam a combater o crime… e não muito mais que isso.

 

 

A história começa quando um cara muito parecido com o Sombra aparece baleado. Logo descobrem que é um antigo personagem que é um clone do Sombra original. Na verdade é o filho de um cara que o Sombra roubou a identidade, ou algo assim. O primeiro arco da história mostra o Sombra e seus associados tentando roubar o corpo desse cara do hospital. Em algum momento o cara acorda e rola uma luta.

Em paralelo a isso, tem um culto sinistro de alguém chamado de “A Luz” que está crucificando pessoas e dominando outros líderes religiosos.

 

 

No segundo arco, aparece um ex-vilão do Sombra, que agora é um velho magnata filântropo. Um ex-funcionário que foi roubado quer usar a tecnologia do velho e seu modificador Nuu-ral, para controlar a mente das pessoas. Nessa história ainda tem um exército de nerds hackers e um antigo vilão deformado.

Enquanto isso o Sombra tem que lidar com um detetive que era uma amigo, mas agora está decidido a capturá-lo e a todos os associados.

 

 

Depois, finalmente, temos o fim do arco da Luz, para onde tudo converge. O Hacker maluco se converteu e agora ele quer entregar a mala para a Luz. Tudo culmina a uma luta na igreja e uma disputa mental entre A Luz e O Sombra.

Um monte de outra coisas acontecem no meio dessa treta toda. É uma loucura enorme

 

 

O que eu achei?

É uma história muito interessante, mas mortalmente difícil. Primeiro por que a narrativa é muito intrincada e as vezes a arte, que é muito estilizada, não ajuda muito.

O Sombra tem muitos inimigos antigos e muitos associados. É difícil para alguém que não conhece tanto o personagem.

Por falar em associados, eles são mais interessantes que o Sombra. Ele é fodão, mas é muito mais legal ver as pessoas comuns passando perrengue para fazer o que o mestre manda.

É uma boa hq? Sim. Recomendo para qualquer um? Não. Só leia se você já conhecer o personagem ou se estiver muito disposto a quebrar a cabeça. É uma leitura difícil.

 

 

Roteiro: Andrew Helfer
Arte: Bill Sienkiewwicz
Cores: Richmond Lewis

Então é isso. Boa HQ, mas muito difícil e muito cansativa. Tem que estar preparado.
Se já leu, ou está puto por que não entendeu nada da minha resenha, deixa sua opinião aí nos comentários.
Compartilhe esse post.
Um abraço.
E tchal.

Categorias
QuadrinhosResenhas

"Depois de mim sou eu."