Supersons #1 – resenha

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Salve, salve, seres humanos da terra.
Já fazia um tempo que eu não fazia review de nenhum quadrinho e isso se deve a um motivo muito simples. Eu passei no sebo recentemente, comprei um monte de velharia e só tenho lido coisa antiga e, na maior parte picada, desde então. Hoje eu esbarrei com uma hq que eu vinha esperando há um tempão, que é Supersons. Vamos pro review.

Supersons #1 – resenha

 

Supersons é uma revista com a parceria dos filhos do Superman e do Batman. Para quem não está ligado, um breve resumo. Esse jovem Superboy é o Jonathan Kent, filho do Superman pré-novos52 que veio para o nosso mundo durante a saga Convergence. E esse Robin é o Damian Wayne, filho do Batman com a Talia Al Ghul. Eles foram apresentados e ficaram semi-amigos na revista do Superman. Agora eles têm uma revista em parceria.

Dito isso vamos falar da história.

A história começa com um prólogo mostrando uma casa com uma família. Essa família tem um guri que trata as outras pessoas como escravos. Não ficamos sabendo muito bem para onde isso vai nessa primeira edição.

 

A história começa mesmo com uma cena de ação dos dois jovens heróis fugindo de alguma coisa e discutindo. Eles param de fugir e param para enfrentar vários robôs Superboys e Robins.

Mais um flashback. Temos uma cena do Jonathan indo para a escola. Tem uns garotos fazendo bullying com um garoto negro e Jonathan tenta ajudá-lo, mas não resolve muito. Depois tem uma cena de uma batalha de bola de neve onde os muleques colocam pedras nas bolas de neve (isso me lembra o começo do Final Fantasy Tactics Advanced). Jonathan fica com vontade de usar os poderes para explodir todo mundo, mas se controla. Alguém ajuda eles e joga um bolão de neve nos guris do mal.

 

O Damian aparece e revela que estava disfarçado de motorista substituto do ônibus da escola e do professor substituto também. Eles saem fora e depois temos uma cena de interação com os pais, tanto do Jonathan com o Superman e a Lois, quanto do Damian com o Batman. Aqui vemos a diferença nas relações da duas famílias.

Jonathan é colocado para dormir e Damian aparece no quarto dele. Damian diz que está investigando umas tentativas de roubo e hackeamento na Lexcorp. O Robin consegue convencer o Superboy e eles partem para a noite.

Chegando na Lexcorp eles são encontrados pelo próprio Lex Luthor.

Fim da Edição.

O que eu achei? Cara… Que delícia de leitura. A história tem a leveza e a good vibe que eu não via faz tempo nos quadrinhos. Me lembra a revista da Miss Marvel.

O roteiro é legal e resolve, em poucas páginas, aquela relação de amigos que vivem brigando que é uma coisa bem de criança mesmo. Outro contraponto muito legal é a criação dos garotos que é muito diferente. Sensacional.

Essa revista está tão legal que até o Damian ficou suportável. Acho que isso resume.

 

Roteiro: Peter J. Tomasi
Arte: Jorge Jimenez
Cores: Alejandro Sanchez

Então é isso. Baita hq. Já tem mais edições por aí eu já vou correr para ler>
E você? O que acha dessa ideia? Parece interessante para você?
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Um abraço.
E tchal.

post publicado originalmente em Lugar Nenhum

vulto

"Depois de mim sou eu."