Vinkings Short Life (jogo mobile) – resenha

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Salve, salve, Vikings alcoólatras da terra.

Ao contrário do que eu costumo fazer por aqui, hoje eu vou falar de um jogo, o Vikings Short Life, um joguinho mobile produzido pela Panda Games.

vikings short life 2

 

Vikings Short Life é um jogo para celular. É um runner, aqueles jogos onde o personagem corre sem parar e você precisa desviar das coisas, mas ao contrário da maioria desses jogos, nesse existe um fim.

Em uma primeira olhada, parece um endless run clássico. Você corre, tenta sobreviver enquanto pega as canecas de hidromel, que valem pontos, mas acredite, existe um fim. Existe um vilão, mas chegar nele não é tão fácil. Simples.

O que eu achei? É um jogo divertido, mas tem alguns probleminhas. Uma coisa que me incomoda um pouco é o ritmo. Explico. O personagem, o viking, se move mais rápido a cada caneca de hidromel que ele bebe e isso muda a distância do seu pulo. Até aí tudo certo. O problema é que o sprite do personagem não muda muito com o aumento da velocidade, então é muito mais fácil entender a sua velocidade olhando para o cenário passando no fundo do que olhando para o seu  personagem. As montarias são muito úteis, mas o jeito de usá-las é meio contra intuitivo. Isso é meio chato.

Tudo isso que eu falei, me deu uma desanimada no começo, mas daí fica a pergunta: “São problemas mesmo, ou eu estava dando desculpas por que eu não conseguia ir muito longe?”.

Depois eu aprendi a jogar direito e comecei a curtir o jogo de verdade. Ele é divertido e é difícil. Não aquele difícil que te faz jogar o celular na parede. É um difícil legal. Aquele difícil em que você entende que você morreu por vacilo e pensa “Agora vai! Vou jogar só mais uma”.

Joguei. Joguei e joguei mais um pouco e aí eu cheguei no final … e o final é meio caído. Não é ruim, na verdade tem até um spoiler no nome do jogo, mas faltou a recompensa. Faltou o “Congratulations”.

Eu conversei com o desenvolvedor do jogo, o Luiz Brueh,  marido da Karen Soarele, sobre o final, que não me agradou tanto, e ele me disse que tem mais coisa para ser implementada, mas que ainda pode rolar. Agora eu vou ter que esperar para jogar mais. Droga.

Resumindo: No geral, é um jogo divertido pra caramba, com uma arte maravilhosa, mas que é um jogo em desenvolvimento ainda. É bom, mas tem umas coisas para acertar.

“Ai Vulto, você é muito chato. Reclama de tudo.”

Sim. Quando alguém pede minha opinião eu sou sincero e metódico. Duvida da minha opinião? Baixa o jogo e joga. Se você acredita em mim, baixa o jogo e joga também.

Baixem o jogo nesse link aqui.
Joguem e depois voltem aqui para comentar.
Quero ver se vocês chegam no final.

Então é isso galera.
Até a próxima.
Um abraço.
E tchal.

vulto

"Depois de mim sou eu."

  • Brueh

    Opa, obrigado pela resenha!
    Então, quando programei esse joguinho a ideia era ir adicionando mais coisas conforme as pessoas fossem vencendo os desafios. Infelizmente pouca gente jogou, então por falta de público, dei uma parada com o projeto. Mesmo assim, algumas coisas nesse joguinho eu gosto bastante: essa mistura de running de plataforma com flap bird é uma delas… hahaha.

  • E aí, Vulto! Se embebedou bastante? Cuidado para não bater com esse pássaro por aí. Bebida e direção não combinam, hahaha.

    Sobre o jogo, eu NUNCA consegui chegar no final. O que mais gosto nele é a arte e a “historinha” de fundo, por mais simples que seja.

    Bom, deixo aqui a indicação outro jogo com arte do Luís Brueh. Esse é bem complexo, fez muito mais sucesso (mais de 1 milhão de downloads) e você deve gostar mais. Chama-se Magic Rampage e o desenvolvedor também é brasileiro: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.asanteegames.magicrampage

    Abração!